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Os dez melhores empregadores de África em 2015

| Editoria Estudos | 16/03/2015

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Os dez melhores empregadores de África em 2015

O Top Employers Institute (TEI) revelou os dez negócios que estão atualmente a criar as melhores condições de trabalho para os seus funcionários em África. Segundo o TEI, são empresas que procuram uma abordagem mais continental do que nacional e que tentam implementar uma filosofia de qualidade não só nos produtos ou serviços que fornecem mas também na satisfação dos empregados, muitas vezes espalhados por diversos países.

A lista que se segue é elaborada todos os anos. O primeiro lugar é do «vencedor»; as outras nove empresas não são elencadas por nenhuma ordem em particular. Aqui, o critério utilizado para organizar estes nove negócios tem apenas a ver com a dimensão da sua presença no continente.

No entanto, é de notar, perante a ordem aqui criada, que se confirmam as palavras de Julian Roberts, CEO do Old Mutual Group: «África será a história de sucesso nas próximas décadas. África está a mover-se, e a mover-se em frente». Basta olhar para esta lista para perceber que as dez melhores empresas em África para trabalhar são também «pesos pesados» mundiais.

10. Becton Dickinson

Dividida em quatro subsidiárias, situadas na África Ocidental e na Oriental, e também na Zâmbia e na África do Sul, a influência da Becton Dickinson nunca parou de crescer desde que abriu o seu primeiro escritório no continente, em 1995. A empresa, que trabalha na área da tecnologia médica, dedica-se não só ao seu próprio pessoal mas também a toda a população africana, razão primordial para o sucesso continental da companhia.

9. Microsoft

Depois de fazer o «countdown» na África do Sul, a presença da Microsoft noutras economias-chave, incluindo Egito, Quénia e Nigéria, torna notável a sua influência continental.

Tal como a Becton Dickinson, a sua filosofia reflete-se em iniciativas específicas a favor da população, como o programa «Microsoft 4Afrika», que envolve igualmente o cuidado com o pessoal e o desenvolvimento deste.

«O mundo está a olhar para o próximo pólo de crescimento, e África está posicionada para ser exatamente isso. À medida que os investidores procuram indústrias e setores para financiarem, há um genuíno interesse em explorar as futuras empresas multinacionais que nascerão em África», explica Fernando de Sousa, diretor-geral das iniciativas para África da Microsoft.

8. Old Mutual

A Old Mutual é outra empresa que olha em ambas as direções, e isso prova-se pelos seus recém-revelados planos de expandir as suas operações em África, num investimento de milhares de milhões de dólares.

O compromisso constanta da empresa com a prosperidade africana está presente nos princípios da Old Mutual há mais de 150 anos. «Acreditamos que as perspetivas de crescimento em África são suportadas por fatores de sustentabilidade e estruturais», sublinha Julian Roberts, o CEO.

7. SAP Africa

O recente foco da SAP Africa na mobilidade está inicialmente a ser aplicado para apoiar os africanos que tentam desenvolver e/ou otimizar novas e por vezes complexas inovações tecnológicas.

Esta política impulsiona indivíduos e negócios, mas é também fortemente aplicada no desenvolvimento interno da empresa, assegurando que as práticas da companhia correspondem às teorias que divulga.

Merlin Knott, diretor de soluções de negócios da SAP Africa, diz que «o “momentum” em torno das soluções móveis está a aumentar exponencialmente», e que «estas já mostraram ser um elemento essencial para a transformação dos negócios». «E está também totalmente alinhado com o atual “hype” em torno da computação em nuvem, do big data e do BYOD (bring your own device – traz o teu próprio aparelho)», acrescenta.

6. British American Tobacco

A visão da British America Tobacco passa por reforçar a sua posição enquanto empresa líder na área do tabaco em África e no Médio Oriente, e, desde 2007, é certo que esta visão colheu lucros.

Depois de ultrapassar dificuldades na oferta em alguns territórios, a flexibilidade da empresa foi transferida para contínuas melhorias na margem de negócios, o que acaba por se refletir na produtividade e na cada vez maior qualificação dos seus empregados.

5. DHL

De acordo com Cornelis van der Waal, gestor de pesquisas de indústria, a expansão da DHL através de África foi «agressiva», resumindo-se pelo ainda presente compromisso através do investimento e por estratégias de melhoria contínuas. Van der Waal sublinha: «a entrada da empresa no mercado de retalho informal, e a sua parceria com operadores postais locais, fez com que a empresa mais do que quadruplicasse os seus canais de retalho pelo continente apenas no espaço de poucos meses. É uma história impressionante, e uma história que tem de ser reconhecida».

Já Sumesh Rahavendra, diretor de marketing da DHL Express para a África subsaariana, diz que a chave para o sucesso da empresa está no seu serviço ao cliente e no compromisso dos empregados – e para com eles.

4. Ernst & Young

«Sustentar a nossa ambiciosa estratégia de crescimento e a nossa visão pan-africana é perceber que atrair e manter o melhor talento para distribuir as nossas soluções contínuas e inovadoras aos nossos clientes de todo o continente é essencial.» As palavras são de Ajen Sita, o CEO da EY. «As nossas primorosas práticas de RH são idênticas em todos os 28 países de África onde estamos presentes. Temos programas de formação reconhecidos, pomos em prática uma estratégia de bem-estar e apostamos em programas de mobilidade e de cultura africana. Isto apenas para citar alguns exemplos», acrescenta.

A dedicação de Sita para manter a forte influência da EY em África é apoiada pela visão global da empresa, cujo lema é «construir um mundo que funcione melhor».

3. Orange

A Orange confia no nível de satisfação dos seus empregados para nivelar os campos de interesse num mercado tão volátil quanto o da indústria das telecomunicações.

Paralelamente à sua filosofia de gestão de pessoal, a empresa também recebeu aplausos pelo seu compromisso com estratégias ambientais, particularmente através da reciclagem de dispositivos móveis, que leva a cabo há mais de uma década.

2. G4S

A G4S é a segunda maior empregadora do mundo, e está presente em 129 países, por isso não surpreende que a sua influência em África seja tão grande.

No entanto, o facto de ter formado uma reputação positiva através de algo tão individualmente importante como as condições de trabalho é talvez uma conquista ainda maior. E é algo em que Andy Baker, o presidente da empresa para África, tem grande orgulho. «Tentamos que as decisões mais importantes sejam tomadas país a país; e tentamos pensar globalmente a agir localmente, de forma a que os nossos empregados tenham o poder de tomar decisões também localmente, podendo assim criar ligações locais», explica.

«No negócio global temos um programa de liderança estratégica, que serve para identificarmos gente talentosa e com muito potencial, e que traz essas pessoas para o trabalho neste projeto. Temos também educação específica, interna e externa, para que estes elementos possam tirar o máximo partido do seu desenvolvimento, e isto resulta muito bem. Em África, o funcionamento é semelhante, e enviamos pessoas para onde estas forem necessárias, espalhando-as por diferentes instituições ser acharmos que isso vai acelerar ainda mais o seu desenvolvimento», acrescenta Andy Baker.

1. Unilever

É a melhor empresa para trabalhar na África do Sul. Mas este mesmo nível de qualidade está oficialmente espalhado por todo o continente, aos olhos do TEI.

Recuperando aquilo que foi dito sobre a SAP para 2014 (ano em que a Unilever ficou também no top 10), a empresa é elogiada sobretudo pela sua estratégia de talento, pela gestão da força de trabalho, pelas estratégias de desenvolvimento e formação, pela gestão de desempenho, pelo desenvolvimento da liderança, pela gestão de carreiras e de sucessões, pelas compensações e pelos benefícios e ainda pela cultura corporativa.

«A Unilever é uma organização global, com produtos vendidos em mais de 190 países. Os nossos padrões e as nossas práticas de RH têm por isso de ser perfeitos», refere o vice-presidente do Departamento de Recursos Humanos para a África Central da Unilever, Mechell Chetty. «Em África não é diferente, e os seus desafios únicos, bem como a sua paisagem socioeconómica, nunca deverão ser usados como desculpa para se ter algo menor do que as melhores práticas de RH. (…) Com as ambições de crescimento da Unilever em África, é essencial atrair, desenvolver e manter os melhores talentos do continente. A certificação de “Top Employer Africa” ajuda a cimentar a nossa posição enquanto um empregador líder no continente africano», sublinha Chetty.

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