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Oito aventuras em África

| Editoria Turismo | 09/04/2015

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O Lonely Planet e o jornal espanhol El País sugerem oito destinos para visitar no continente africano. Ou melhor: «oito emocionantes aventuras em África».

Deserto, mar, animais e História - há um pouco de tudo, para todos os gostos
(DR)

Chamam-lhe «um continente imenso, que promete emoções fortes e encontros inesperados». E, quanto às propostas que deixam, dizem ser «as oito aventuras mais clássicas que os grandes viajantes costumam empreender para entrarem no coração de África».

1. Os safaris fotográficos

Em primeiro lugar, talvez a atração mais óbvia: os safaris fotográficos. Além de serem a aventura mais clássica, são também a mais acessível. Estão disponíveis um pouco por todo o continente, embora se destaquem países como Quénia, Botswana, Tanzânia, África do Sul ou Zimbabwe. Não há melhor oportunidade para os amantes de animais do que esta. Podem fotografá-los e vê-los no seu habitat, e em zonas onde se encontram protegidos. Como «bónus», a paisagem, claro, e um dos pores do sol mais vermelhos de todo o planeta.

Há circuitos organizados pelos parques e outros mais «informais», feitos por fotógrafos. E há-os de todo-o-terreno, a pé, a cavalo ou num balão de ar quente. As viagens começam cedo, porque é ao amanhecer que os pássaros estão mais ativos, e o crepúsculo também é importante porque outros animais aproveitam-no para caminhar e beber água.

2. Caminhadas no Saara (Tamanrasset, Argélia)

O maciço de Hoggar é o lugar ideal para os amantes do deserto. Está entre as cordilheiras mais impressionantes do Saara. Aqui é possível fazer caminhadas com os tuareg – e entrar numa viagem no tempo. Começa-se na cidade de Tamanrasset e a partir daí encontram-se desde desenhos pré-históricos até dunas e grandes aglomerados de basalto. É possível chegar ao topo do monte mais alto da Argélia, o Jabal Tahat (2908 metros) e ver um inesquecível pôr do sol em Assekrem.

As caminhas são de cinco horas por dia, em média. E há agências de viagens que as organizam.

3. Montada de elefantes (Botswana)

Não há melhor maneira de uma pessoa se ligar à natureza no Botswana do que fazendo-o do alto de um elefante africano. A aventura, aqui, é fotografar os animais e estar perto deles. É também um safari – mas, em vez de se ver a fauna à distância, está-se ali, no meio dela, fazendo parte de uma manada de elefantes. Os investigadores locais dão todas as explicações.

O Botswana é um dos poucos países onde é possível fazer este tipo de safari, organizado por agências.

4. Skeleton Coast em todo-o-terreno (Namíbia)

Os amantes de todo-o-terreno que chegam à Namíbia vão diretamente para a Skeleton Coast. É um deserto no litoral, com praias e restos de naufrágios, boa parte deles dos tempos da antiga indústria baleeira. Os primeiros navegadores portugueses chamavam-lhe «as areias do Inferno», mas hoje a história é outra. Quer se conduza ao longo das praias ou mais para o interior, há dunas, fósseis, salinas, montanhas e desfiladeiros. Além do todo-o-terreno, há também a hipótese de fazer a viagem num pequeno avião, que permite vistas e paisagens de outra forma impossíveis de ver.

5. O lado selvagem (Tanzânia)

Outra forma ideal para entrar em contacto com a natureza, depois dos «passeios a elefante», é calçar um par confortável e avançar para o Serengeti. Este é o parque nacional mais famoso da Tanzânia. Há safaris pela savana e pelos rios. Os naturais da zona e os guias estão sempre presentes e explicam tudo – havendo verdadeiras maravilhas que de outra forma passariam despercebidas mesmo aos visitantes mais atentos. A migração anual dos gnus é o momento mais alto do Serengeti, mas há mais. À noite, por exemplo, ao adormecer vai sempre poder ouvir os rugidos dos leões, lá longe.

As agências oferecem várias propostas: desde caminhas de algumas horas a saídas de vários dias.

6. A grande migração (Masái Mara, Quénia)

Este é um dos espetáculos naturais mais impressionantes que África proporciona. Todos os anos, de julho a outubro, zebras e gnus seguem para os pastos verdes do Masái Mara. Pelo menos 1,5 milhões de animais empreendem esta viagem anualmente. As manadas enfrentam, em terra, leões, e, na água, crocodilos.

A melhor forma de assistir a tudo isto é a cavalo. E isto porque os animais selvagens não têm medo de cavalos, o que torna possível que nos aproximemos. E aí pode galopar-se ao lado das manadas de gnus, por exemplo. O único requisito é que se tenha alguma experiência de equitação.

7. Como um berbere no deserto (Marrocos)

Já aqui se falou do Saara, mas há mais uma forma de tirar dele o máximo partido: um passeio a camelo. É uma forma «tradicional e pitoresca», diz o Lonely Planet, de usufruir da magia do deserto. Montar um camelo não é fácil nem cómodo, mas a é a forma ideal de experimentar o estilo de vida dos berberes. E há muito mais para ver do que areia: além das dunas, oásis, amanheceres cor-de-laranja e pores do sol como fogo. No final do passeio, há uma tenda beduína à espera, que nos deixa ver o céu estrelado e ouvir os tambores lá ao longe.

A melhor altura para fazer estas travessias é entre setembro e fevereiro.

8. A costa dos escravos (Gana)

O Lonely Planet avisa que «esta é uma experiência muito dura». A História diz-nos que no século XVII Cape Coast e Elmina eram os maiores centros de comércio de escravos na África Ocidental. Centenas de milhares de africanos estavam ali presos, e seguiam depois para barcos de escravos. Os fortes onde permaneciam detidos ainda estão de pé – o castelo de Elmina é inclusive património mundial.

Por isso, esta é uma viagem dolorosa. Estão lá as bolas de ferro e as correntes que se prendiam às pernas do escravos, as celas e até a porta «sem regresso»: aquela por onde saíam, como animais, em direção aos barcos que os levariam de África para sempre.

Redação

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