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As dez maiores redes sociais em África

| Editoria Estudos | 15/04/2015

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As dez maiores redes sociais em África

10. Africanzone

O Africanzone funciona como um site de encontros, e também oferece negócios «business to business». Homens e mulheres africanos à procura de romance podem conectar-se através deste site, e na área dos negócios podem usá-lo para listar os seus, fazendo deste espaço online um mercado para vender produtos e serviços.

9. Blueworld

É uma comunidade social sul-africana, na qual os utilizadores podem criar uma presença online e personalizável para estabelecer novos contactos. Também oferece uma grande variedade de ferramentas interativas, incluindo marcação de fotos, compartilhamento de vídeos, blogs, atualizações de status e perfis de grupo. O site é voltado para os participantes mais novos e a sua utilização é simples e «jovem».

8. Africanplanet

Esta é mais uma plataforma que oferece aos seus membros serviços pessoais e empresariais. É um lugar onde as pessoas podem conectar-se com outros africanos de todo o continente, e tem a particularidade de permitir procurar algum tipo de terapia, ou apenas um «ombro» para desabafar, na popular sub-página Afrotherapy. Aqui, os assinantes podem falar sobre as suas vidas ou discutir uma série de temas mais «complexos», como o aborto.

7. Afroterminal

Destina-se a manter os africanos espalhados por todo o mundo em contacto uns com os outros, através de debates e chats ao vivo. Os utilizadores podem fazer download de imagens e vídeos e usar os fóruns para se manterem em contacto uns com os outros ou para discutirem temas «quentes». É um site fortemente interativo.

6. Bongoline

Esta é uma comunidade online para tanzanianos de uma variedade de backgrounds sociais. O site publica e permite discutir conteúdos sobre muitas questões que afetam a comunidade tanzaniana. Foi fundado tendo por base a simplicidade e a funcionalidade e tem como objetivo tornar a interação muito mais fácil do que a que é proposta por boa parte dos seus concorrentes.

5. Yookos

Fundada em 2011, por Chris Oyakhilome, o líder de uma igreja chamada Embaixada Internacional de Cristo, foi inicialmente usada sobretudo pelos membros desta igreja. No entanto, o site tem agora cerca de 10 milhões de utilizadores registados, de todo o mundo, e diz que apesar das suas raízes cristãs é um lugar de encontro para todos, independentemente de posicionamentos políticos, religiosos ou sexuais. 

4. Twitter

Os sul-africanos são os utilizadores de Twitter mais ativos do continente. Atualmente, o site tem 1,1 milhões de utilizadores registados só na África do Sul, seguindo-se o Quénia, a Nigéria, o Egito e Marrocos.

3. Linkedin

Este site goza de uma popularidade semelhante ao Twitter, embora, como noutras partes do mundo, seja visto pelos africanos principalmente como uma rede de recrutamento. Oferece sobretudo serviços de networking de negócios e profissionais.

2. Facebook

«Adorado» em todo o mundo, a rede social de Mark Zuckerberg é igualmente apreciada pelos africanos. Os números mais recentes são de 2011 e mostram que, nessa altura, 80,7% dos utilizadores de internet de todo o continente estavam registados no Facebook – um número que, sem dúvida, cresceu desde então.

1. MXit

É a rede social mais popular na África do Sul, com mais de 10 milhões de utilizadores, e uma das mais usadas em África. Permite aos utilizadores enviar e receber mensagens de texto e multimédia «one-on-one» ou em comunidade, através de salas de chat. O MXit também suporta gateways para outras plataformas de mensagens instantâneas, como o MSN Messenger, o ICQ ou o Google Talk. As mensagens «one-to-one» são gratuitas. Foi lançado como um telefone cliente IM móvel disponível em uma variedade de telefones. Fundada na Universidade sul-africana de Stellenbosch, a gigante de media Naspers adquiriu uma participação de 30% na empresa, por uma quantia não revelada, em 2007. Em setembro de 2011, o MXit foi adquirido pelo grupo de investimentos sul-africano World of Avatar. Hoje é um gigantesco componente no universos dos media sociais no continente.

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