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Estudos

Índice de Preços no Consumidor 1.º trimestre de 2015

| Editoria Estudos | 02/06/2015

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O INE publica no 10.º dia útil de cada mês os dados do Índice de Preços no Consumidor (IPC). Com efeito, no trimes- tre findo, a taxa de variação mensal foi de 0,2% em Janeiro, diminuindo para -0,4% em Fevereiro e mantendo-se o mesmo valor em Março.

A taxa de variação homóloga re- gistada foi 0,1% em Janeiro, dimi- nuindo para -0,2% em Fevereiro, registando o mesmo valor em Março.

A variação média dos últimos do- ze meses situou-se em -0,2% em Janeiro, diminuindo para -0,3% em Fevereiro e -0,4% em Março.

É possível ver no Portal do INE (www.ine.cv) essas variações ao nível das ilhas abrangidas pela recolha e, ainda, os índices de alguns agregados especiais tais como: Total excluindo energia, Bens, Energia, Servi- ços, produtos alimentares e bebidas, álcool e tabaco, entre outros, e respectivas taxas de variação homóloga.

Os dados do Inventário Anual dos Estabelecimentos Hoteleiros, referente ao ano de 2014, foram divulgados em Março de 2015. Este Inquérito disponibiliza vários indicadores, a saber: no de estabelecimentos,capacidade de aloja- mento, número de quartos e de camas, pessoal ao serviço, etc.

Os dados desse inventá- rio indicam que, no final do ano 2014, estiveram em actividade 229 esta- belecimentos hoteleiros, mais 3,2% do que o ano anterior.

Esses estabelecimentos ofereceram uma capacidade de alojamento de 10.839 quartos, 18.188 camas e 23.171 lugares, traduzindo-se em acréscimos de 19,7%, 13,7% e 19,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Relativamente ao pessoal ao serviço, constatou-se que, em finais de 2014, estiveram empregados nos estabelecimen- tos hoteleiros inventariados 6.282 pessoas, representado um incremento de 9,2% face ao ano transacto. 

O INE divulgou os resultados provisórios das estatísticas do Comércio Externo concernente ao 1o trimestre de 2015. Os dados do comércio externo mostram que tanto as exportações, como as reexportações tiveram evolução negativa (-25,1%) e (-41,9%), respectivamente, e somente as importações evoluíram positivamente (12,8%) em relação ao período homólogo. No mesmo período, o deficit da Balança Comercial aumentou (17,8%) e a taxa de cobertura dete- riorou em 3,9p.p. No período em análise, a Europa continua sendo o principal cliente de Cabo Verde, absorvendo cerca de 92,2% do total das exportações cabo-verdianas, isto apesar de se ter verificado uma queda no valor transac- cionado na ordem dos 23,6% com aquela zona económica, comparativamente ao mesmo período do ano anterior. As exportações para os outros continentes foram de montantes pouco expressivos, embora tenham crescido para a Ásia. 

No âmbito do Sistema Integrado do Inquérito Multiobjectivo Contínuo, o INE apresentou publicamente, no mês de Abril de 2015, os resultados do módulo Emprego referente ao ano de 2014.

Segundo os resultados obtidos, à taxa de desemprego fixou em 15,8% em 2014, diminuindo 0,6 p.p face a 2013 que era de 16,4%. Com efeito, a taxa de desemprego é maior no meio urbano (17,0%) do que no meio rural (12,4%). Em relação à análi- se por sexo, não se observa gran- des diferenças. Da análise por grupo etário, constata-se que a taxa de desemprego continua afectando mais os jovens, em par- ticular os com idade entre os 15- 24 anos, em 35,8%.

No concernente ao emprego, a grande maioria dos activos empregados trabalham por conta de outrem (63,4%), em particular para as empresas privadas que absorvem 35,8% da mão-de-obra em Cabo Verde. Segue-se a Administração Pública com 18,6%. As famílias empregam cerca de 6,2% dos activos empregados e cerca de 5,0% tra- balham como trabalhadores familiares não remunerados.

A taxa de actividade, a nível nacional, foi de 58%, tendo diminuído dois pontos percentuais (p.p) em relação a 2013. Nota-se discrepâncias significativas por meio de residência, por sexo e por concelho. Com efeito, observa-se que a taxa de actividade é mais elevada no meio urbano (64%) do que no meio rural (45%), com uma diferença de cerca de 19 p.p. A taxa de ocupação diminuiu igualmente, passando de 50,3% em 2013 para 48,8% em 2014.

A nível nacional, 41% dos trabalhadores estavam inscritos no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), e a incidência é maior no meio urbano do que no rural, com uma diferença de 30 pontos percentuais (49% dos trabalha- dores do meio urbano contra 19% no meio rural). 

No 1o trimestre de 2015, constatou-se que o indicador de clima manteve a tendência descendente dos últimos trimestres, ou seja, o ritmo de crescimento económico continua a abrandar, tendo o indicador registado o valor mais baixo desde o início da série.

Observou-se, ainda, que o indicador de clima eco- nómico evoluiu negativa- mente relativamente ao mesmo período do ano 2014. A conjuntura económica é desfavorável.

Este diagnóstico conjun- tural resulta da síntese das apreciações transmitidas pelos empresários da construção, comércio em estabelecimento, tu- rismo, indústria transfor- madora e transportes e serviços auxiliares aos transportes.

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