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Ministro da Hotelaria e do Turismo reconhece que setor exige pesados investimentos

| Editoria Turismo | 29/06/2015

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O ministro da Hotelaria e do Turismo, Pedro Mutinde, reconheceu esta segunda-feira, na vila de Catete, município de Icolo e Bengo, em Luanda, que o turismo é uma indústria complicada, que exige pesados investimentos, não reembolsáveis em cinco anos.

Segundo Pedro Mutinde a razão que os leva ao debate é encontrar respostas diretas e indiretas para o desenvolvimento do setor
(DR)

O ministro fez esta afirmação quando procedia à abertura do VII Conselho Consultivo Alargado do setor, que decorre sob o lema «A importância do Setor do Turismo na Diversificação da Economia Nacional». O governante sublinhou que muitos cidadãos pensam que o turismo pode ser a solução de muitos males, mas que os presentes nesta reunião deverao, durante dois dias, debruçar-se sobre o que se pode esperar  do turismo em Angola.

O ministro deixou para os membros do respetivo evento duas questões relevantes, nomeadamente o que há realmente e o que se pode fazer para que possa existir turismo.

Segundo Pedro Mutinde, a razão que os leva ao debate é encontrar respostas diretas e indiretas para o desenvolvimento do setor e sobre a sua contribuição para a economia nacional.

De acordo com o governante, os debates deverão subdividir-se e incidir em dois temas fulcrais, nomeadamente Turismo interno e internacional, considerando-se o primeiro como mais viável e o outro como tendo carência de iniciativas, sendo mais trabalhoso e demorado

Aos membros e aos participantes do evento, Pedro Mutinde recordou ainda a necessidade de se saber se é possível atrair para Angola uma corrente turística, sendo que exortou à reflexão sobre as formas e a sua possibilidade.

O titular da pasta da Hotelaria e Turismo de Angola disse que o país caminha de forma igual a outros neste campo turístico,destacando-se ainda em termos de variedade de climas e de tipos paisagísticos. «Se compararmos Angola com outros mercados turísticos africanos, é natural que não tenhamos nem mais nem menos trunfos do que eles - talvez se pensarmos nas variedades de climas e de tipos paisagísticos, tenhamos até um pouco mais», sublinhou o ministro, lembrando aos participantes a necessidade de se lembrarem de que o exotismo chama o turismo. No entanto, disse que a este se devem acrescentar outros fatores, como praias, artesanato ou tradição folclórica.

Ainda no certame, que junta todos os diretores provinciais e outros convidados, Pedro Mutinde pediu uma análise profunda da quantidade de indústrias hoteleiras no país, dos preços são praticados e praticáveis e de quais os regulamentos a aplicar convenientemente a esses níveis - preços, serviços e qualidade. Finalmente, exortou os participantes no debate para encontrarem formas de centralizar «as pessoas de boas vontades» para o desenvolvimento do setor, considerando que estas estão dispersas pelo país.

Redação com Agência

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