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Mônica Monteiro: «Há uma África que precisamos de conhecer melhor»

| Editoria Entrevistas | 01/07/2015

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Ainda existe um enorme desconhecimento sobre África, por falta de informação. É nisso que investe a produtora de cinema brasileira Mônica Monteiro que, usufruindo das condições que oferece o continente africano para filmar, prepara dois documentários inéditos. São histórias de uma África positiva que não aparece retratada nas manchetes dos jornais e televisões.

«A crise financeira é mundial e a cultura é sempre a mais prejudicada, temos que juntar parcerias»
(DR)

 

África21. Veio a Lisboa participar pela primeira vez no FESTin [Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa], e tem em carteira a produção de dois documentários. São os projetos mais importantes deste ano da Cine Group?

A gente normalmente lança dois documentários por ano sobre a África. Os deste ano já estão no forno e pretendemos lançar no Festival do Rio de Janeiro. Um deles é a história da marrabenta, um ritmo moçambicano. É um material histórico porque as pessoas que mantêm essa tradição no país estão bem mais velhas e é muito importante registar esse ritmo da época do Moçambique colonial. Também iniciámos a gravação, no ano passado, no período da eleição do Jacob Zuma [Presidente da África do Sul] do documentário chamado «Born Free» em que mostramos duas gerações de jovens que nasceram livres e que iam votar pela primeira vez. São jovens com 20 anos de idade. Um deles quer votar e o outro não vê importância nenhuma no voto. Acompanhamos um pouco esta juventude, que não sabe bem o que quer fazer, reflexo de uma ausência de líderes. O documentário também vai ser lançado este ano no Brasil.  

Além disso, estamos a preparar uma série intitulada «Brasil DNA África». Nela a gente está fazendo testes de DNA no Brasil com várias personalidades, cantores, jornalistas e pessoas comuns que buscam a sua origem, para saber de onde veio a sua ancestralidade, os seus bisavós, enfim, curiosos em desvendar a origem do seu povo. É uma parceria que estamos a fazer com o laboratório norte-americano African Ancestry, em Washington, que mantém uma base de dados com registros de aproximadamente 220 etnias.

[Versão integral disponível via assinatura]

 

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