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Angola defende continuidade do Ciclo de Doha

| Editoria Economia | 18/12/2015

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Angola defendeu esta quinta-feira, em Nairobi (Quénia), a continuidade do ciclo de negociações comerciais multilaterais denominado Ciclo de Doha, cujo mandato é priorizar as questões de interesse para os países em desenvolvimento.

A ministra do Comércio realçou a importância de se priorizar a agricultura, de que muitos países em desenvolvimento são fortemente dependentes
(DR)

Este pronunciamento foi feito pela ministra do Comércio, Rosa Pacavira, durante a Sessão Plenária da 10.ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), que decorre desde terça-feira.

No discurso, a titular da pasta do Comércio considerou que a conclusão do Ciclo de Doha vai estimular as economias dos países-membros, com principal incidência nos Países Menos Avançados (PMA).

«Não obstante as dificuldades que existem atualmente para uma conclusão satisfatória das negociações, estamos convencidos da importância da OMC como principal fórum de negociação, visando a melhoria das regras do comércio internacional. Angola opõe-se fortemente às tentativas de se abandonar o Programa de Trabalho de Doha e rejeita qualquer iniciativa que comprometa os princípios fundamentais que regem as negociações de Doha, incluindo o engajamento único», sublinhou.

A ministra do Comércio realçou a importância de se priorizar a agricultura, de que muitos países em desenvolvimento são fortemente dependentes, em termos de contribuição para o emprego, redução da pobreza e do aumento do produto interno bruto (PIB). Disse ainda que não há nenhuma forma de combater a pobreza e promover o desenvolvimento sem uma melhoria da produção e da produtividade, e acrescentou que a criação de capacidade produtiva, a industrialização, que permite agregar mais valor aos produtos de base, e as infraestruturas constituem prioridade para o desenvolvimento das economias, com vista a alcançar um ambiente de mercado propício, sem subsídios que distorçam o comércio internacional. 

Neste contexto, prosseguiu Rosa Pacavira, Angola tem estado a implementar a sua estratégia nacional de desenvolvimento das exportações, da qual fazem parte os clusters da agricultura e da agroindústria, dois pilares fundamentais do programa de Doha e que constituem o centro das atenções nesta conferência.

Angola apela igualmente à eliminação dos subsídios da exportação dos produtos agrícolas, assim como à adoção de medidas para a inclusão efetiva dos países em desenvolvimento no sistema comercial multilateral.

Os trabalhos da 10.ª Conferência da OMC, a primeira que se realiza em África, decorrem no Centro Internacional de Convenções de Nairobi até esta sexta-feira.

Redação com Agência

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