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Estado Islâmico reivindica ataques no Egito e na Líbia

| Editoria Política | 09/01/2016

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O Estado Islâmico (EI) reivindicou esta sexta-feira um ataque ocorrido quinta-feira, no Egito, contra um autocarro de turistas israelitas perto de um hotel do Cairo, descrito pelas autoridades como um ato de vandalismo e que não deixou vítimas.

Os dois ataques aconteceram esta quinta-feira
(DR)

O EI afirma num comunicado divulgado nas redes sociais que causou «mortos e feridos entre os judeus e as forças de segurança» num ataque de quinta-feira a «um autocarro de turismo que transportava judeus».

As autoridades não relataram vítimas, acrescentando que os turistas, árabes israelitas, estavam dentro do hotel no momento do ataque.

O ministério do Interior explicou num comunicado que «desconhecidos se reuniram perto do hotel Trois Pyramides e, passando em frente ao estabelecimento, lançaram foguetes e dispararam balas de chumbo contra a polícia, que respondeu».

O ministério referiu-se a danos no autocarro e à detenção de pelo menos um dos atacantes.

Um funcionário do hotel, Yasser Fakhreddin, disse que «um grupo de 15 ou 20 jovens manifestantes que usavam máscaras lançaram foguetes contra a fachada de vidro do estabelecimento, bem como contra as janelas de um autocarro vazio de transporte de turistas».

De acordo com um fotógrafo, parte da fachada de vidro do hotel e algumas das janelas do autocarro foram partidas.

O EI afirma, no seu comunicado, que os seus «combatentes» estavam equipados com «armas leves».

Atentado em Ras Lanuf reivindicado

O ISIS reivindicou também um ataque suicida que deixou seis mortos, incluindo um bebé, e que aconteceu na quinta-feira, num posto de controlo na cidade de Ras Lanuf, no leste da Líbia.

O ramo líbio do grupo extremista sunita disse num comunicado que o ataque foi perpetrado por um combatente estrangeiro que utilizou um carro-bomba.

Mais cedo, um ataque semelhante matou mais de 50 pessoas num centro de treino da polícia em Zliten, a cerca de 170 quilómetros de Trípoli. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade por este ataque, o mais sangrento desde a revolução que derrubou em 2011, com a ajuda de uma intervenção internacional, o líder líbio Muammar Kadhafi.

Redação com Agência

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