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Efeitos do El Niño em África continuam a agravar-se

| Editoria Ambiente | 17/02/2016

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O fenómeno El Niño causou uma terrível seca no sul da África, que ainda não parou de se espalhar e de se intensificar desde o início das colheitas 2015-2016, levando ao aumento da insegurança alimentar. A FAO já lançou um novo alerta.

As previsões sazonais são unânimes: a precipitação média muito baixa e as temperaturas acima da média vão manter-se em grande parte da região
(DR)

Este fenômeno climático, «um dos mais violentos El Niño dos últimos 50 anos (...), terá um impacto devastador sobre as culturas e a segurança alimentar», advertiu a organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) nas suas previsões, realizadas com a colaboração de várias outras organizações internacionais.

Vastas áreas do Zimbabwe, do Malawi, da Zâmbia, da África do Sul, de Moçambique, do Botswana e de Madagáscar sofrem as piores secas em 35 anos, diz o relatório. Consequentemente, grande parte do sul de África experimentou significativos atrasos no plantio e muito más condições nas fases iniciais de crescimento das pastagens.

As previsões sazonais são unânimes: a precipitação média muito baixa e as temperaturas acima da média vão manter-se em grande parte da região.

Com uma má colheita 2014-2015, um início de colheita em condições de seca extrema e um risco de temperatura e aridez superior à média até meados de 2016, todas as indicações são de que as perdas serão significativas à escala regional, segundo o relatório.

Desta forma, o sul da África prevê um declínio de 25% em relação aos já baixos níveis do ano passado da próxima safra de milho. E isto quando o ano-safra 2014-2015, que já sofreu um clima seco e quente, foi marcado por uma queda de 23% da produção regional de grãos.

Estas condições estão a elevar os preços dos alimentos, fazendo com que a situação das famílias seja ainda mais incerta.

Redação com Agência

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