Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Agosto de 2019

ÁFRICA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA EM ÁFRICA, UMA BOMBA AO RETARDADOR

ÁFRICA

O PARADIGMA PARTICULAR DA DEMOGRAFIA VERSUS DESENVOLVIMENTO

ANGOLA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA UMA BOMBA DE EFEITO RETARDADO

EUROPA

O PESADELO DEMOGRÁFICO QUE ASSOMBRA A EUROPA

MOÇAMBIQUE

POR ALGUNS DÓLARES MAIS

MUNDO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS PODEM ENGENDRAR “APARTHEID GLOBAL”

VENEZUELA

O CAPCIOSO RELATÓRIO BACHELET

ÁFRICA

RUMO A UMA ÁFRICA INTEGRADA E PRÓSPERA

Rádio

Publicidade

Economia

Cabo Verde quer aproveitar biodiversidade para diversificar economia

| Editoria Economia | 17/02/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O governo cabo-verdiano quer aproveitar a sua biodiversidade biológica para impulsionar e diversificar a economia e as ofertas turísticas, atraindo não só turistas que procuram sol e praia mas também cientistas e estudiosos de outras paragens. #IMAGEM$

A intenção foi manifestada pelo ministro do Ambiente, da Habitação e do Ordenamento do Território cabo-verdiano, Antero Veiga, na cerimónia de lançamento de um projeto sobre a conservação ambiental no país, financiado pelo Fundo Global para o Ambiente (GEF) em mais de 4,5 milhões de dólares.

«O turismo vem ganhando novas valências entre nós e a nossa capacidade de iniciativa é interpelada no sentido de desbravar novos horizontes de atração turística, como, por exemplo, o ecoturismo, isto é, além de sol e praia», sustentou o ministro.

O governo cabo-verdiano elegeu o turismo como motor de crescimento e desenvolvimento da economia, contribuindo com cerca de 25% para o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Para Antero Veiga, no turismo além de sol e praia, ou seja, no ecoturismo, as principais ofertas do país incluem as paisagens e a biodiversidade, que atraem não só turistas como também cientistas e estudiosos de outras paragens ao arquipélago. «Por outras palavras, acreditamos que a diversidade biológica contribui para impulsionar e diversificar a economia através do turismo», prosseguiu o governante, que dá como exemplo concreto o «Turtle Watching», um projeto de conservação das tartarugas na ilha da Boavista.

Por isso, o ministro disse ser fundamental priorizar a proteção das espécies em harmonia com as novas ambições em matéria de desenvolvimento sustentável, lembrando que Cabo Verde é signatário dos principais acordos e convenções internacionais que visam proteger e biodiversidade. «Por outras palavras, promover o crescimento económico, como coesão social e equilíbrio ambiental, de forma a garantir que as futuras gerações venham a usufruir dos benefícios da biodiversidade», apelou, indicando que o país subscreveu, igualmente, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que dão uma atenção particular a questões ambientais.

Antero Veiga salientou que o projeto sobre a conservação da biodiversidade no setor do turismo vai reforçar a ação no que diz respeito à preservação ambiental no país, que tem neste momento 46 áreas protegidas e já identificou mais oito em quatro ilhas no quadro do projeto. Este irá desenvolver e colocar em prática políticas de ordenamento do território, apoiar o desenvolvimento de novas normas sobre o turismo sustentável e definir incentivos e sanções económicas/fiscais para atrair o setor privado e empresas da comunidade local.

Também pretende preservar a biodiversidade em Cabo Verde tendo em conta as ameaças atuais e emergentes, num país que depende fortemente da exploração dos seus recursos naturais.

Redação com Agência

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade