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PAM: Dez factos sobre a fome no Ruanda

| Editoria Estudos | 13/03/2016

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PAM: Dez factos sobre a fome no Ruanda


(DR)

1. O Ruanda está no lugar 151 no Índice de Desenvolvimento Humano (uma lista de 187 países).

- O PAM trabalha no Ruanda desde 1972, quando forneceu ajuda alimentar àqueles que passavam fome devido às fracas colheitas dos anos 70.

- A taxa de subnutrição está a cair, mas ainda há muito trabalho pela frente. Cerca de 40% das crianças ruandesas com menos de 5 anos sofrem de malnutrição crónica.

- O genocídio, em 1994, abalou significativamente a agricultura e a produção alimentar no Ruanda. Centenas de milhares de pessoas fugiram para zonas em redor, onde não tinham meios de subsistência.

-As cheias e as secas, cíclicas, também contribuem para a insegurança alimentar no Ruanda. Em 1979, as cheias impossibilitaram quaisquer cultivos; no ano seguinte, a seca foi o grande motor da fome.

- No Ruanda estão hoje mais de 72 mil refugiados, muitos deles da RDC, e distribuídos por cinco campos. Os alimentos que recebem são exclusivamente reunidos pelo PAM.

- O Ruanda assinou uma cláusula de cessação em 2011 para acabar com o estatuto de refugiado de que ainda beneficiavam dezenas de milhares de ruandeses que viviam nos países em redor. 400 pessoas regressam mensalmente, em média, ao país.

- A esperança média de vida no Ruanda é de 64,1 anos, e as casas mantidas por mulheres ou órfãos representam 36% do total.

- A transformação agrícola foi identificada como o principal pilar para alcançar o desenvolvimento económico e a segurança alimentar no Ruanda. O país espera aumentar o rendimento per capita de 644 para 1240 dólares em 2020.

- O Ruanda foi o primeiro país de África a assinar o Programa Para um Desenvolvimento Abrangente da Agricultura Africana (CAADP), que procura assegurar que a malnutrição e a segurança alimentar estão entre as prioridades governamentais nos países signatários.

Programa Alimentar Mundial

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