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Afrofobia na Europa é real

| Editoria Política | 09/05/2016

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A afrofobia é cada vez mais real e profunda na Europa. Um estudo efetuado em 20 países do velho continente, analisado pelo jornal português Público, diz que os africanos são discriminados em áreas como a saúde, o emprego ou a educação.

O caso do ensino, por exemplo, recebe destaque porque em vários países há queixas de conteúdos racistas nos manuais escolares
(DR)

A estatística é comum a quase todos os países europeus: as pessoas de origem africana enfrentam níveis de desemprego superiores às de outras proveniências. Na Finlândia, por exemplo, a taxa de desemprego entre os africanos é de 41,2%. A média nacional é de apenas 8,7%.Ao lado, na Suécia, um em cada quatro africanos com um curso superior tem um emprego de baixo escalão. E na Holanda há queixas de diferentes critérios na avaliação de estudantes consoante a origem destes, sendo os que têm raízes africanas os mais prejudicados.

O relatório sobre Afrofobia na Europa é da autoria da Rede Europeia Contra o Racismo (ENAR). Esta junta advogados de toda a Europa, que defendem a igualdade racial e apoiam estratégias de aproximação entre os diversos atores na luta contra o racismo. O documento, diz a ENAR, é «o primeiro relatório qualitativo pan-europeu sobre afrodescendentes e europeus negros». E o termo «afrofobia» é usado para descrever o racismo que afeta especificamente essas pessoas.

O documento centra-se no período de março de 2014 a março de 2015. E prova que os negros que vivem em solo europeu são estigmatizados e prejudicados de diversas formas, salienta o Público. «Há, sem dúvida alguma, um problema, e que tem de ser enfrentado estruturalmente pela Europa. É necessário encontrar soluções que incidam sobre os equilíbrios de poder estruturais, que privilegiam os cidadãos brancos em todas as áreas», escrevem os membros da ENAR.

O caso do ensino, por exemplo, recebe destaque porque em vários países há queixas de conteúdos racistas nos manuais escolares. As imagens positivas dos negros são raras ou mesmo nulas. Em termos de habitação, a segregação é uma realidade, com os negros a viverem habitualmente em zonas mais antigas ou mais degradadas.

Entre possíveis soluções, a ENAR sugere que o Parlamento Europeu crie políticas específicas e de combate ao racismo e à afrofobia, mas também que insista em que sejam desenvolvidas estratégias país a país.

Redação

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