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Política

PAIGC quer eleições gerais antecipadas na Guiné-Bissau

| Editoria Política | 10/05/2016

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O PAIGC, partido no poder na Guiné-Bissau, defendeu esta segunda-feira que o Presidente da República deve dissolver o Parlamento e convocar eleições gerais antecipadas.

O PAIGC defende que o atual Executivo passe a funcionar como «governo de gestão» e que sejam convocadas eleições gerais antecipadas - para a Assembleia Nacional e a Presidência da República
(DR)

«Existe o imperativo de imediata dissolução do parlamento», de acordo com um comunicado do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e outros cinco partidos.

No documento conjunto, apresentado em conferência de imprensa, defende-se que o atual Executivo passe a funcionar como «governo de gestão» e que sejam convocadas eleições gerais antecipadas – para a Assembleia Nacional e a Presidência da República.

O parlamento não funciona desde janeiro, depois de um grupo de 15 deputados do PAIGC se ter revoltado contra a liderança do partido e se ter aliado à oposição (PRS) para tentar derrubar o governo.

No comunicado, o PAIGC e partidos aliados referem que o Presidente, José Mário Vaz, «está refém do grupo criado por ele próprio», e que é movido por «interesses pessoais, impondo ao chefe de Estado a assinatura do decreto de demissão do governo e entrega do poder ao PRS e aos 15».

José Mário Vaz demitiu em agosto de 2015 um primeiro governo do PAIGC, liderado por Domingos Simões Pereira, ao qual sucedeu o atual Executivo, liderado por Carlos Correia.

A posição do PAIGC e dos restantes cinco outros partidos foi divulgada um dia antes de o Presidente da República ouvir as forças políticas com representação parlamentar e reunir o Conselho de Estado. Os encontros chegaram a estar marcados para esta segunda, mas fonte da Presidência referiu que foram reagendados para hoje, terça-feira.

No comunicado, juntaram-se ao PAIGC a União para a Mudança (UM), o Partido da Convergência Democrática (PCD), o Partido da Unidade Nacional (PUN), o Movimento Patriótico (MP) e o Partido da Solidariedade e do Trabalho (PST). Destes, dois têm assento no parlamento: o PCD tem dois deputados, e cabe um lugar à União para a Mudança.

Redação com Agência

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