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Política

Governo guineense alerta para «imprevisíveis consequências» de demissão

| Editoria Política | 12/05/2016

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O Conselho de Ministros da Guiné-Bissau responsabilizou esta quarta-feira o Presidente da República pelas «imprevisíveis consequências» que poderão surgir para o país na sequência uma eventual demissão do governo.

O elenco ministerial responsabilizou o Presidente «pela prevalência do clima de desentendimento na Assembleia Nacional Popular»
(DR)

Reunido de emergência, o Conselho de Ministros decidiu «responsabilizar» o chefe de Estado, José Mário Vaz, «pelas imprevisíveis consequências que poderão advir da sua desesperada tentativa de demitir, pela segunda vez consecutiva, mais um governo constitucional do PAIGC», lê-se no comunicado final do encontro.

No documento, admite-se ainda que o «relacionamento da Guiné-Bissau com os seus parceiros de cooperação» possa ser afetado devido à «persistência do Presidente da República em pretender instituir um governo inconstitucional».

O elenco ministerial responsabilizou ainda o Presidente «pela prevalência do clima de desentendimento na Assembleia Nacional Popular (ANP), devido ao seu claro posicionamento em defesa dos 15 deputados em regime de perda de mandato, tornando-se assim parte do problema e não da sua solução».

Os 15 deputados foram expulsos do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e viram decretada perda de mandato depois de alinharem com a oposição para criar uma nova maioria e derrubar o governo. Com esta e outras ações, o Executivo diz haver «uma intenção propositada de bloquear e fragilizar a ação governativa».

O Conselho de Ministros reuniu-se de emergência um dia depois de José Mário Vaz se ter encontrado com os partidos com representação parlamentar e ter convocado o Conselho de Estado para analisar a situação política do país, sem que se tenha pronunciado desde então.

Redação com Agência

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