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Forças militares barram acesso de governantes a locais de trabalho

| Editoria Política | 14/05/2016

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Os membros do Governo da Guiné-Bissau foram esta sexta-feira impedidos, por membros de forças de segurança, sob ordens do líder das Forças Armadas, de entrar nos respetivos gabinetes, denunciou o Executivo em comunicado.

O Executivo citou a lei, que prevê «que um governo demitido permaneça em funções até à tomada de posse de novos titulares»
(DR)

Os incidentes aconteceram um dia depois de o Presidente da República, José Mário Vaz, ter demitido o governo.

No comunicado, o Executivo citou a lei, que prevê «que um governo demitido permaneça em funções até à tomada de posse de novos titulares». No mesmo documento, o Presidente e o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, Biaguê Nan Tan, são responsabilizados pelo bloqueio.

Segundo o Governo, houve «desacatos» que são prenúncio de uma «subversão da ordem constitucional».

O comunicado foi redigido no final de um encontro do Executivo, destinado unicamente a analisar os incidentes.No final, foi lançado um apelo para que «as forças de Defesa e segurança» se mantenham «equidistantes» face à crise política, e foi pedido ao Presidente da República que cumpra as suas «responsabilidades constitucionais» com o governo demissionário.

Redação com Agência

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