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Política

Obiang diz que povo equato-guineense apostou em paz e estabilidade

| Editoria Política | 22/05/2016

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O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, disse esta sexta-feira que o povo equato-guineense apostou na continuidade da paz e da estabilidade. A declaração foi feita na cerimónia de tomada de posse do chefe de Estado para um novo mandato de sete anos.

«A resposta maciça do povo e o ambiente de paz destas eleições envia uma mensagem clara aos detratores da nossa democracia, que tentam utilizar meios antidemocráticos e violentos»
(DR)

Rodeado por vários presidentes e primeiros-ministros africanos, Obiang, há 36 anos no poder, afirmou que os eleitores «apoiaram de forma maciça» a sua candidatura, que teve 93% dos votos nas eleições presidenciais de 24 de abril – que, salientou, «os observadores internacionais classificaram como transparentes, justas e legais».

«A continuidade da paz, da estabilidade política e do desenvolvimento económico e social que o nosso país vive não deve ser interrompida», advertiu Obiang no discurso de tomada de posse, em que acrescentou: «Se a máquina não está estragada, para quê repará-la?».

O Presidente equato-guineense sustentou que a confiança do povo na sua «humilde pessoa» se refletiu na «esmagadora maioria de votos» a favor da sua candidatura.

«Sou o Presidente da República e de toda a nação equato-guineense e, como tal, o meu dever é defender e servir o povo, proteger a unidade nacional e a sua integração territorial e promover o bem-estar de todos os cidadãos», sublinhou Obiang. «A resposta maciça do povo e o ambiente de paz destas eleições envia uma mensagem clara aos detratores da nossa democracia, que tentam utilizar meios antidemocráticos e violentos, porque a sua sabedoria e a sua maturidade política está acima destas práticas insidiosas que tentam lançar a instabilidade e a desordem», sustentou o chefe de Estado há mais tempo no poder em África.

Obiang mencionou que os próximos sete anos constituem uma «etapa crucial» do processo de desenvolvimento do país, defendendo a necessidade de «consolidar o estado emergente da Guiné Equatorial em todos os sentidos».

No seu discurso, o Presidente deu prioridade às relações de cooperação com os países africanos, a fim de «fortalecer a unidade de critérios que emanam da Carta da União Africana, para contribuir para o equilíbrio mundial e para a luta contra a pobreza, o terrorismo e as instabilidades».

Redação com Agência

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