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Política

África Ocidental pede «respeito» aos atores políticos da Guiné-Bissau

| Editoria Política | 02/06/2016

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Uma missão de mediação da crise política na Guiné-Bissau composta por deputados de alguns países da Africa Ocidental apelou esta quinta-feira aos atores políticos guineenses para respeitarem a constituição do país e ainda promoverem «um diálogo inclusivo e franco».

«Há um grande défice de comunicação entre os atores políticos na Guiné-Bissau, mesmo entre o Presidente da República e o primeiro-ministro, entre os dirigentes das instituições e de partidos»
(DR)

A missão do Comité Interparlamentar para a Paz do Conselho de Prevenção de Riscos de Crise na Africa Ocidental terminou uma visita de quatro dias a Bissau, onde se encontrou com o Presidente guineense, José Mário Vaz, com as direções do Parlamento e do Supremo Tribunal de Justiça e ainda com outros responsáveis políticos.

Lancine Dasso, chefe da missão, afirmou que o grupo esteve em Bissau a mando do comité interparlamentar da UEMOA (União Económica e Monetária da Africa Ocidental), para auscultar as autoridades e avaliar os motivos do impasse político.

«Há um grande défice de comunicação entre os atores políticos na Guiné-Bissau, mesmo entre o Presidente da República e o primeiro-ministro, entre os dirigentes das instituições e de partidos», observou Lancine Dasso, que vê no respeito da constituição e das leis a fórmula para ultrapassar a crise.

Lancine Dasso entende que uma cimeira de alto nível entre os principais atores políticos poderia ajudar a resolver «o impasse e o bloqueio», desde que seja feita de forma «franca, inclusiva e patriótica», disse.

«Há uma radicalização de posições. Cada parte pensa que tem a razão do seu lado», sublinhou Dasso, que frisou que a situação na Guiné-Bissau «é grave».

Redação com Agência

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