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Elementos próximos de Compaoré impedidos de deixar Burkina Faso

| Editoria Política | 06/06/2016

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Dois indivíduos próximos do ex-Presidente burquinense, Blaise Compaoré, foram impedidos de deixar o país este fim de semana.

Muitos indivíduos próximos de Compaoré têm estado detidos desde a queda do ex-PR, mas, há algumas semanas, alguns deles obtiveram liberdade provisória
(DR)

Trata-se de Achille Tapsoba e Théodore Zambendé, respetivamente presidente interino e tesoureiro do Congresso para a Democracia e Progresso (CDP), partido de Compaoré. Os dois foram retirados de um avião que seguiria para Abidjan, capital da Costa do Marfim e cidade onde se encontra o antigo chefe de Estado desde a sua destituição, em 2014.

Agentes da Polícia Especial do aeroporto deram a ordem de descida do avião, quando o aparelho se preparava para descolar para Abidjan.

«Eu não fui objeto de nenhuma notificação jurídica ou política de ninguém. Não vejo razões para me impedirem de viajar livremente», protestou o presidente interino do CDP, denunciando uma «violação das liberdades das pessoas e dos bens e ainda dos textos internacionais que o Burkina Faso ratificou».

Muitos indivíduos próximos de Compaoré têm estado detidos desde a queda do ex-PR, mas, há algumas semanas, alguns deles obtiveram liberdade provisória – o que suscitou incompreensão junto de uma parte da população. Na quinta-feira passada, algumas dezenas de pessoas manifestaram-se diante das instalações do Palácio de Justiça, em Ouagadougou, contra a libertação dos antigos dignitários de Blaise Compaoré.

«Temos de garantir a segurança do país, e, à luz do papel que algumas pessoas desempenharam em relação à desestabilização não é com alegria que constatamos que elas foram libertadas», declarou o ministro burquinense da Justiça, Réné Bagoro. Indicou, no entanto, que todos os reclusos que beneficiaram de liberdade provisória apresentaram documentos médicos.

«Tal como existem procedimentos que permitem deter alguém, também estas pessoas têm a possibilidade de, a qualquer momento, pedirem a liberdade provisória», sublinhou.

Redação com Agência

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