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TAAG já pode voar para qualquer país da UE

| Editoria Economia | 11/06/2016

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A transportadora aérea TAAG passou a estar em condições de voar para os países da União Europeia, com a nova licença de Operador de País Terceiro (TCO), anunciou esta sexta-feira a companhia nacional em comunicado.

«Este é um marco significativo para a história da companhia aérea nacional de Angola em restabelecer-se como um veículo de qualidade internacional»
(DR)

De acordo com a mesma informação, a transportadora aérea, que já voa para Lisboa e Porto (Portugal), recebeu a aprovação da Agência de Segurança Aérea da União Europeia, que lhe atribuiu a licença TCO para todos os países daquele espaço.

«A TAAG está agora livre para se candidatar a qualquer licença comercial para operar em qualquer dos Estados-membros da União Europeia, e está no mesmo nível que qualquer grande companhia aérea estrangeira a voar para a Europa», lê-se.

A empresa, detida pelo Estado e gerida pelos árabes da Emirates desde 2015, explica tratar-se do «resultado de um processo de inspeção e auditoria no início do ano em curso», o qual permitiu aprovar «que todo o tipo de aeronaves propriedade da TAAG» possam voar para o espaço aéreo e os territórios dos estados-membros da União Europeia, nomeadamente os Boeing 777-200 ER, 777-300ER e 737-700.

«Este é um marco significativo para a história da companhia aérea nacional de Angola em restabelecer-se como um veículo de qualidade internacional. Esta licença nos permite ir para qualquer lado dentro da Europa, sujeitos a direitos de tráfego», refere o presidente do conselho de administração da TAAG, o britânico Peter Hill, citado no mesmo comunicado.

O administrador acrescenta que a atribuição da licença TCO permite uma «garantia adicional» aos clientes de que aquela companhia aérea – que chegou a estar impedida de voar para a Europa. há cerca de dez anos – «é gerida com os mais altos padrões de segurança possíveis», o que significa que pode figurar na lista das «companhias aéreas aprovadas» internacionalmente.

«É uma evidência tangível da mudança que o acordo com a Emirates esta a trazendo para a TAAG», sustenta Peter Hill.

Redação com Agência

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