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Estudos

Angola - Conjuntura Económica - I Trimestre 2016

| Editoria Estudos | 15/06/2016

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(DR)

Angola - Conjuntura Económica - I Trimestre 2016

SÍNTESE DOS RESULTADOS

De forma resumida apresentam-se as tendências do Indicador de Confiança dos sete sectores, tendo por base a resposta ao Inquérito de Conjuntura, das empresas seleccionadas que influenciaram o Clima Económico em Angola no 1.º Trimestre de 2016. De maneira geral todos os sectores em análise apresentaram uma tendência desfavorável ou negativa.

A Conjuntura Económica continuou desfavorável para os sectores da Construção e da Indústria Transformadora, visto que ambos permaneceram abaixo da média da série e variaram negativamente em relação ao trimestre homólogo.

Os Indicadores de Confiança do sector da Indústria Extractiva e do Turismo apresentaram tendência negativa, evoluíram desfavoravelmente em relação ao período homólogo e permaneceram abaixo da média da série, continuando deste modo a Conjuntura desfavorável para ambos os sectores.

A Conjuntura Económica continuou desfavorável para o sector de Comunicação, pois o Indicador de Confiança manteve a tendência negativa dos trimestres anteriores, permanecendo abaixo da média da série.

INDICADOR DE CLIMA ECONÓMICO

De acordo com os dados do 1º trimestre de 2016, o Clima Económico permaneceu desfavorável, tendo em conta que manteve a tendência dos trimestres anteriores e evoluiu desfavoravelmente em relação ao período homólogo.

ANÁLISE SECTORIAL

INDÚSTRIA TRANSFORMADORA

No sector de indústria transformadora, o indicador de confiança evoluiu negativamente em relação ao período homólogo e permaneceu abaixo da média da série, a Conjuntura Económica é desfavorável no sector.

A evolução negativa deveu-se ao comportamento desfavorável de todas as variáveis que compõem o indicador.

Mais empresas sentiram limitações ao desenvolverem as suas actividades em comparação ao período homólogo.

As dificuldades financeiras, a falta de matérias primas, água e energia foram os principais constrangimentos no sector. As frequentes avarias mecânicas nos equipamentos e a falta de recursos humanos especializados também dificultaram as actividades das indústrias transformadoras.

CONSTRUÇÃO

O Indicador de Confiança no sector da Construção, mais uma vez contrariou a tendência negativa do trimestre anterior, mas ainda assim permaneceu abaixo da média da série e evoluiu desfavoravelmente em relação ao período homólogo.

O comportamento desfavorável em relação ao período homólogo resultou da redução das variáveis perspectiva de actividade e de emprego.

De acordo com os empresários, menos empresas registaram constrangimentos ao desenvolverem as suas actividades em relação ao período homólogo.

A insuficiência da procura, a falta de materiais e as dificuldades na obtenção de créditos bancários foram os principais constrangimentos. Similarmente constrangeram a actividade das empresas construtoras a deterioração das perspectivas de venda, o excesso de burocracia e as regulamentações estatais.

COMÉRCIO

No primeiro trimestre de 2016, o Indicador de Confiança evoluiu negativamente em relação ao período homólogo e permaneceu abaixo da média da série. A Conjuntura Económica é desfavorável para as empresas comerciais.

A evolução negativa deveu-se às variáveis stock, actividade actual e perspectiva de actividade.

Em relação às limitações na actividade, observou-se que mais empresas sentiram dificuldades ao desenvolverem as suas actividades em comparação ao período homólogo.

O excesso de burocracia e a ruptura de stocks foram os principais constrangimentos no sector. No entanto, constrangeram também as actividades das empresas, as dificuldades financeiras, a insuficiência da procura e os preços de venda demasiado elevados.

TRANSPORTES

Dos dados obtidos no 1º trimestre de 2016, constatou-se que o Indicador de Confiança do sector dos Transportes manteve a tendência negativa do trimestre anterior, evoluiu negativamente em relação ao período homólogo e permaneceu abaixo da média da série.

A actividade actual, perspectivas de actividade e emprego, contribuíram negativamente no comportamento do indicador.

Comparativamente ao período homólogo, mais empresas tiveram constrangimentos ao desenvolverem as suas actividades.

Na opinião dos empresários, as dificuldades financeiras e a insuficiência da procura foram os principais constrangimentos. A concorrência, as dificuldades na obtenção de créditos bancários e em encontrar pessoal com formação apropriada também constrangeram as actividades das empresas transportadoras.

TURISMO

A oito trimestres consecutivos o Indicador de Confiança do Turismo mantém a tendência descendente, permanecendo deste modo a Conjuntura desfavorável no sector.

O desfavorecimento da Conjuntura no sector deveu-se ao comportamento desfavorável de todas as variáveis que compõem o indicador.

Quanto às limitações de actividades, mais empresas sentiram dificuldades ao desenvolverem as suas actividades em relação ao período homólogo.

Entre as dificuldades registadas pelas empresas destacaram-se: a insuficiência da procura, dificuldades financeiras e a insuficiência da capacidade de produção.

INDÚSTRIA EXTRACTIVA

A Conjuntura Económica no sector da indústria Extractiva permaneceu desfavorável no 1º trimestre de 2016, pois o indicador apresentou uma tendência negativa e permaneceu abaixo da média da série.

Constatou-se ainda a evolução negativa do indicador em relação ao período homólogo, resultante do comportamento desfavorável das variáveis produção e perspectivas de exportação.

De acordo com os empresários, mais empresas registaram limitações ao desenvolverem as suas actividades comparativamente ao período homólogo.

As dificuldades financeiras, o excesso de burocracia e as regulamentações estatais foram os principais constrangimentos no sector. Os equipamentos insuficientes, a falta de recursos humanos especializados, a escassez de produtos intermédios e energéticos também constrangeram as actividades das empresas.

COMUNICAÇÃO

A Conjuntura Económica continuou desfavorável para o sector de Comunicação, pois, o Indicador manteve a tendência negativa dos trimestres anteriores, evoluiu desfavoravelmente em relação ao periodo homólogo e permaneceu abaixo da média da série.

A evolução desfavorável em relação ao periodo homólogo deveu-se ao desfavorecimento de todas as variáveis que compõem o Indicador.

Comparativamente ao período homólogo, mais empresas registaram limitações no 1º trimestre de 2016.

De acordo com os empresários, a fraca procura, as dificuldades financeiras e o excesso de burocracia foram as principais limitações. A concorrência e as dificuldades na obtenção de créditos bancários similarmente limitaram as actividades das empresas no sector.

INE Angola

Maio de 2016

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