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O outro lado das apps de localização de animais

| Editoria Ambiente | 28/06/2016

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A África do Sul anunciou recentemente que as aplicações que ajudam a localizar animais nos parques naturais em tempo real estão a provocar acidentes e engarrafamentos.

O SanParks diz que as aplicações provocam «ânsia» nos visitantes, o que os leva a quebrar regras e a provocar acidentes
(DR)

«A crescente utilização destas aplicações tem-se traduzido num aumento das infrações nos parques, nomeadamente excesso de velocidade, engarrafamentos e a morte dos animais, provocada pelos visitantes que se aglomeram» para observar a fauna, explicou em comunicado o SanParks, organismo de manutenção da sustentabilidade dos parques da África do Sul.

Os responsáveis pelo turismo do SanParks admitiu vir a procurar meios legais para reduzir o uso das aplicações, que são como uma plataforma de partilha de informações sobre a presença de certos animais em determinados locais. «Latest Sightings» é apenas uma destas apps.

O SanParks diz que as aplicações provocam «ânsia» nos visitantes, o que os leva a quebrar regras, acrescentando que tem recebido muitas queixas dos visitantes relativamente ao uso das plataformas tecnológicas.

O caso é mais grave no maior parque nacional, o Kruger, que também sofre com a caça ilegal de rinocerontes, cujos cornos são contrabandeados por supostas propriedades medicinais. O Kruger, localizado na fronteira com Moçambique, e com uma área de 20 mil quilómetros quadrados, abriga 12 mil elefantes, 5 mil rinocerontes, 1500 leões e mil leopardos, entre outras espécies.

Redação com Agência

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