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Ambiente

Governo da Tanzânia pode destruir «santuário» de flamingos

| Editoria Ambiente | 02/07/2016

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Os tanzanianos chamam-lhe «o túmulo de água». O Lago Natron recebe este nome, nada agradável, porque as suas águas têm tanto sal que qualquer animal que lhes toque é fossilizado quase de imediato.

Sendo um sítio de características muito peculiares e até assustadoras, o Natron é também um ecossistema único
(DR)

O Natron tem uma cor que assusta muita gente. É vermelho. Parece sangue. Contam-se, ali, centenas de fósseis de morcegos e de pássaros pequenos. Em profundidade, tem depósitos gigantescos de carbonato de sódio – uma substância perigosíssima e que no Antigo Egito era usada na mumificação. E não é tudo: a água chega, por vezes, aos 140ºC de temperatura. E o seu pH fica entre os 9 e os 10,5 – é tão corrosivo que pode queimar os olhos e a pele de um ser humano.

Posto assim, este é um cenário que parece sinistro. Mas mesmo ali há vida – vida essa que o governo da Tanzânia pode em breve colocar em risco.

Sendo um sítio de características muito peculiares e até assustadoras, o Natron é também um ecossistema único. O governo quer instalar ali uma mina, para extrair todo o carbonato de sódio daquelas águas. Mas há um problema: sendo um sítio de morte, o lago é ao mesmo tempo o «berço» de 75% de todos os flamingos-pequenos do mundo.

As patas destes flamingos são cobertas por um couro muito resistente, que tolera sem problemas as águas no Natron.

Muitas espécies de flamingos-pequenos passam anualmente a sua época de descanso – quando param de voar, por semanas ou meses – naquele lago. É quente e os predadores não se aproximam. Mas este «santuário» pode não existir por muito mais tempo.

Redação

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