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Discurso de José Eduardo dos Santos na Cimeira Tripartida

| Editoria Intervenções | 07/06/2014

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Sua Excelência Idriss Déby Itno, Presidente da República do Tchad e Presidente em exercício da C.E.A.C.
Sua Excelência Denis Sassou Nguesso, Presidente da República do Congo
e mediador da C.E.A.C, para a República Centro Africana,



Senhores Ministros,
Minhas Senhoras e meus Senhores,



Agradeço a Vossas Excelências por terem aceite o meu convite para
participarem nesta reunião tripartida, e quero expressar-vos, assim
como às delegações que vos acompanham, as mais cordiais boas-vindas,
fazendo votos que a nossa discussão sobre o reforço da segurança no
espaço da C.E.A.C. produza resultados positivos.



Teremos tempo suficiente para proceder a uma reflexão mais profunda e
directa sobre as causas dos problemas e da instabilidade que ainda
afectam a África Central e definir as bases necessárias para a busca
de soluções duradouras.


Vamos prestar uma atenção especial à evolução da situação na República
Centro Africana, onde está em curso um processo de transição que
deverá terminar com a realização de eleições livres e democráticas,
com o restabelecimento da ordem constitucional e com a consolidação da
paz e da reconciliação nacional.



Saudamos a presença das forças do MISCA, que têm  ajudado o Governo de
transição a combater as forças negativas e a superar todos os focos de
instabilidade, com vista a restabelecer a paz e a ordem pública neste
país irmão, assim como a  das  forças francesas que conjuntamente
actuam no mesmo sentido.



Lançamos um apelo  à Comunidade  Internacional, e à ONU em particular,
para que se reforce a sua ajuda humanitária  às populações afectadas e
para que envie o mais depressa possível as forças de manutenção da paz
previstas na pertinente Resolução do Conselho de Segurança das Nações
Unidas.



No plano bilateral, o Governo angolano estabeleceu entendimentos com o
governo de Transição, a fim de o ajudar a repor a Administração
Pública, o sistema de Defesa, Segurança e Ordem Pública e outras
instituições do Estado.



Desejamos que os países da C.E.A.C. no seu conjunto concertem os seus
esforços para ajudar a República Centro Africana a superar os seus
problemas nestes domínios.

Acolhemos com muita satisfação e interesse a intenção do Governo de
Transição de promover um Fórum abrangente sobre a Reconciliação
Nacional .



Acho que a C.E.A.C. deve apoiar este projecto, pois é consensual a
ideia de que o diálogo, a negociação e a inclusão política e social
são a melhor via para a procura de soluções para pôr fim aos
conflitos.



Concluindo a minha intervenção os caminhos que devemos trilhar para se
ultrapassar as contradições existentes são os da paz, da unidade
nacional, da reconciliação, do direito à diferença, da justiça e do
 desenvolvimento económico e social inclusivo.



Agradeço a vossa atenção e desejo  que a nossa reunião alcance com
 êxito os objectivos almejados.


Muito obrigado!

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