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Saúde

Angola regista 1200 casos de cancro anualmente

| Editoria Saúde | 30/08/2016

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Cerca de 1200 casos de cancro são registados anualmente em Angola, sendo que os de maior realce são o cancro da mama, do colo uterino, sarcoma de kaposi, da próstata, do estomago e do endométrio.


DR

Os dados foram avançados pelo director do Instituto Angolano de Luta Contra o Cancro, Fernando Miguel, na Iª Conferência Internacional sobre o Cancro, realizado de 24 a 26 de Agosto no Palácio dos Congressos, em Luanda.

Segundo Fernando Miguel, para se estancar o crescente número de casos de cancro é necessário que se faça o diagnóstico precoce e de qualidade, possibilitando desta forma um aumento eficaz e rápido de recuperação. O responsável afirmou ainda que a maior parte dos casos aparecem em estado avançado da doença, causando sequelas graves e muitas vezes a morte de pacientes ainda jovens. “As principais causas dos cancros devem-se a mudanças de estilo de vida, como a alimentação, o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, além da hereditariedade”, disse Fernando Miguel.

“Ao contrário dos anos anteriores, hoje já não se registam desistências dos pacientes ao tratamento. As pessoas precisam de entender que o cancro não é coisa de outro mundo, é um problema de saúde pública. Por isso precisa ser tratado nos hospitais convencionais e por especialistas na área de oncologia, que vão administrar a medicação certa para a melhoria da vida dos pacientes”, concluiu.

Por sua vez o Ministro da Saúde, Luís Gomes Sambo, afirmou que o diagnóstico do cancro não deve ser visto como uma sentença de morte.

Realçou ainda que face ao contexto epidemiológico do cancro em Angola, “o Minsa prevê na sua política a prevenção e controlos da doença, com objectivos e metas alcançadas para reduzir o impacto negativo da doença. Neste momento o ministério da saúde  finaliza o programa nacional de prevenção e controlo do cancro com os componentes de rastreio do cancro da mama, do útero e da próstata, registo do cancro de base populacional para determinar a magnitude e o perfil epidemiológico do cancro no país”, disse.

A conferência que visou promover a reflexão sobre a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento das doenças neoplásticas, foi uma iniciativa da Fundação Eduardo dos Santos (FESA) e o Ministério da Saúde.

Redação com agência

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