Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Novembro de 2017

MIANMAR

Rohingyas, vítimas da História e dos jogos de influência na Ásia

CHINA

A China e o futuro

ANGOLA

Novo Presidente, vida nova?

BRASIL

O país enfrenta 12 meses turbulentos

Rádio

Publicidade

Política

Graça Machel pede o “impensável”

| Editoria Política | 12/10/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

«Coragem para fazer o impensável». Eis o pedido da ativista Graça Machel às lideranças políticas moçambicanas para alcançar uma paz duradoura no país. Alguém a escutará?

Moçambique precisa de reinventar os seus modelos
CORNELL TUKIRI/EPA

A ATIVISTA MOÇAMBICANA GRAÇA MACHEL acusou o anterior Presidente Armando Guebuza de ser o principal responsável pelo conflito político-militar que opõe o Governo ao partido Renamo, por se ter afastado da postura dialogante do seu antecessor, Joaquim Chissano. «Se nós tivéssemos persistido nos princípios e na maneira dialogante que caracterizou a liderança do Presidente Chissano provavelmente não teríamos este atual conflito», afirmou Graça Machel, falando a 14 de setembro durante um seminário organizado pelo Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI), em Maputo.

Depois de sublinhar que a governação de Guebuza, que sucedeu a Chissano em 2005, foi marcada, supostamente, por uma postura «pouco tolerante e fechada», Graça Machel afirmou: «O problema está aí e agora a ‘batata quente’ passou para as mãos de alguém que é quase da vossa geração [Filipe Nyusi, atual Presidente moçambicano]». 

Para ela, a crise política em Moçambique só pode ser ultrapassada quando as lideranças políticas ganharem «coragem de fazer o impensável». Assim, acrescentou, Moçambique precisa de reinventar os seus próprios modelos, respeitando a dinâmica e as exigências de novos tempos, dentro de clima de tolerância e transparência para garantir o futuro dos moçambicanos. «Precisamos de sonhos comuns», afirmou.

LEONARDO NHASSONGE 

[versão integral via assinatura]

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade