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Política

PAICV na onda das derrotas enquanto MpD soma e segue

| Editoria Política | 12/10/2016

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Cabo Verde inicia outubro com eleições presidenciais, um mês depois das autárquicas ganhas pelo MpD, partido que conquistou o poder nas legislativas de 20 de março. O que se questiona é se as duas sucessivas derrotas do histórico PAICV são indício de uma possível decadência do partido sob a liderança de Janira Hopffer Almada.

Pelo impacto nos últimos resultados eleitorais, os analistas consideram necessário avaliar o peso da abstenção
MÁRIO CRUZ/LUSA

A CORRELAÇÃO DE FORÇAS no plano político em Cabo Verde mudou de cenário com as vitórias conquistadas pelo Movimento para a Democracia (MpD) nas eleições legislativas de 20 de março e nas autárquicas em 4 de setembro. Com uma posição mais reforçada, o partido agora no poder – depois de 15 anos na oposição – tem a maioria no parlamento e venceu em 19 das 22 câmaras municipais, conquistando mais cinco do que no escrutínio de 2012.

Com a humilhante derrota do Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) em ambos os atos, poder-se-á falar de uma hecatombe desta formação política face à ascensão do MpD, de Ulisses Correia e Silva? Não tendo apresentado um candidato às presidenciais, o partido deixado por José Maria Neves a Janira Hopffer Almada – a principal derrotada dos últimos escrutínios populares – corre o risco de perder espaço nas teias do poder em Cabo Verde?

Já nas autárquicas de 2012, a vitória do MpD, então dirigido por Carlos Veiga, constituiu um claro aviso ao partido histórico. Segundo os analistas, nos seus 15 e demasiados anos de poder o PAICV não conseguiu efetuar a devida transição de liderança, uma vez que a escolha de Janira Hopffer Almada fora muito contestada no seio do partido.

Face a uma segunda derrota, a jovem presidente do maior partido da oposição tirou as devidas ilações políticas e colocou o cargo à disposição. «É inequívoco que os resultados estão aquém daquilo a que nos propusemos», afirmou na altura, reaparecendo, dias depois do desaire eleitoral, disponível para a candidatura à sua própria sucessão. 

João Carlos

[versão integral via assinatura]

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