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Como serão as relações entre os EUA e África com Trump?

| Editoria Política | 14/11/2016

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 A política de Donald Trump em relação a África será concentrada no combate ao terrorismo e também nos negócios, enquanto a problemática dos direitos humanos deverá perder relevância. A opinião é de Jendayi Frazer, antiga embaixadora dos EUA na África do Sul, em entrevista publicada esta segunda-feira, 14, pelo francês Le Monde.

 


 Frazer lembrou que, com o novo presidente, o país vai focar-se sobretudo nos seus problemas internos. Mas deverá manter a presença militar em África, sobretudo a base de Agadez, no Níger, em nome do combate ao terrorismo “na fonte”, sem deixar que ele se manifeste nos EUA.

 A diplomata receia, entretanto, que a nova administração americana reduza o apoio às missões de paz da ONU no continente africano.

 Quanto à posição em relação aos países africanos acusados de porem em causa a democracia e cujos presidentes têm manipulado as constituições a fim de se prolongarem no poder, Jendayi Frazer admite que a pressão dos Estados Unidos seja reduzida. Ela deu como exemplos o Burundi e a RDC.

 Tal só não acontecerá, disse, se Newt Gringrich for nomeado secretário de Estado, pois ele tem uma visão ideológica da situação internacional e acredita que os EUA têm o “direito” de moldar o mundo à sua imagem, ou então no caso de, naqueles países, houver uma repressão massiva das populações por parte das autoridades locais.

 A embaixadora sublinhou que os negócios entre os EUA e África serão mantidos. Além da manutenção do AGOA, a ex-embaixadora estimou que a Câmara de Comércio dos EUA venha a ter uma maior influência na administração Trump do que a que teve na atual administração. O seu interesse, revelou ela, é que os empresários americanos sejam tratados em África em pé de igualdade com os europeus e os chineses.

 Apesar de acreditar que os negócios entre os EUA e a África vão ser priorizados por Trump, Frazer estima que os empresários africanos poderão ter problemas de vistos.

 “O pessoal dos direitos humanos terá certamente menos trânsito na Casa Branca do que teve com Obama”, afirmou, por outro lado.

 Jendayi Frazer, que é democrata, vive presentemente entre os EUA e Nairobi, no Quénia.

 

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