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Conferência de doadores da RCA começa hoje em Bruxelas

| Editoria Economia | 16/11/2016

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Um ano e meio, aproximadamente, depois da realização das eleições que permitiram o retorno à normalidade constitucional na República Centro-Africana (RCA), tem início hoje em Bruxelas mais uma conferência de doadores para tentar mobilizar os fundos necessários para o arranque da reconstrução e do desenvolvimento do país.


Os antecedentes não são favoráveis. Os fundos mobilizados nas duas conferências anteriores, em 2014 (496 milhões de dólares) e 2015 (280 milhões de dólares) não chegaram a ser integralmente desembolsados, pelo que continuam por realizar tarefas essenciais para consolidar a estabilidade da RCA, tais como prestar ajuda humanitária às vítimas do conflito que abalou o país em 2013 ou levar a cabo um programa de desarmamento, desmobilização, reinserção e repatriamento.

A RCA é um país com um território maior do que Portugal e Espanha juntos, encravado no centro de África, mas que tem apenas 4,6 milhões de pessoas. Caracterizado pela ausência total de Estado, conflitos permanentes e pobreza generalizada, a sua população sinalizou claramente no ano passado, com a sua ida massiva às urnas, que deseja virar a página. Mas a falta de fundos impede o recomeço do país.

As promessas da comunidade internacional não bastam. Os 65% de centro-africanos sem acesso à água potável, as 10 mil crianças obrigadas a deixar as suas escolas, ocupadas pelos antigos soldados à espera de serem desmobilizados e reintegrados socialmente, as 200 mulheres que sofrem abusos quotidianos reclamam mais do que isso.

As verbas prometidas são imprescindíveis para resolver esses problemas e também para reconstruirem o tecido produtivo e o sistema de arrecadação da RCA. Sem isso, o país, que há 30 anos está sob qualquer forma de intervenção da ONU, continuará inviabilizado.

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