Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Abril de 2017

ÁFRICA

Oposições e renovação política em África

ANGOLA

Para bom entendedor

GUINÉ-BISSAU

Acode, ninguém acode!

BURKINA FASO

Bodas de prata do FESPACO

Rádio

Publicidade

Ciência

Vacina contra o Sida testada na África do Sul

| Editoria Ciência | 05/12/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Mais de 5.400 homens e mulheres participarão durante quatro anos numa investigação para testar uma vacina contra o VIH-Sida na África do Sul, naquele que será um dos maiores ensaios clínicos para encontrar uma forma segura de imunização contra a doença. A iniciativa foi lançada, simbolicamente, no último dia de novembro, véspera do Dia Mundial de Luta contra o Sida, assinalado esta quinta-feira, 1 de dezembro.


A segurança da vacina sul-africana já foi provada com sucesso durante 18 meses em 252 voluntários. O novo estudo será realizado em pessoas sexualmente ativas entre os 18 e os 35 anos em 15 regiões da África do Sul. O país tem 7 milhões de pessoas infetadas pelo vírus, o que corresponde a 19,2% do total da população, cifra que constitui uma das mais altas taxas do mundo.

A vacina que será testadas nos próximos quatro anos é uma adaptação de uma cepa de VIH da África Austral já utilizada em 2009 num ensaio realizado em 16 mil pessoas na Tailândia. Na altura, o risco de infeção foi reduzido em mais de 30% durante os três primeiros anos e meio. “Se conseguirmos uma eficácia de 50%, poderemos considerar a vacina como sendo eficaz”, afirmou à imprensa Glenda Gray, presidente do Conselho de Investigação Médica da África do Sul.

O referido órgão vai dirigir a atual investigação, com a colaboração do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos da América, a Rede de Ensaios e Vacinas contra o VIH, a Fundação Bill e Melinda Gates e as companhias farmacêuticas Sanofi Pasteur e GlaxoSmithKline. O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infeciosas dos EUA (NAID, em inglês) também tomou parte no estudo.

Há mais de 30 anos que está a ser tentado sem êxito desenvolver uma vacina eficaz contra o VIH, doença descoberta no início dos anos 80 do século XX. Os antiretrovirais são, até agora, o remédio mais efetivo contra o referido sindroma, mas, das 36 milhões de pessoas que vivem com o virus em todo o mundo, apenas metade tem acesso aos mesmos.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade