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Tunísia consegue 14 mil milhões de euros para reconstrução

| Editoria Economia | 01/12/2016

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O governo tunisino arrecadou 14 mil milhões de dólares no termo de uma conferência internacional realizada na capital do país, Túnis, na terça e quarta-feiras, respetivamente, 29 e 30 de novembro.


 Embora as autoridades tenham comemorado o facto – que apelidaram de “êxito” -, o montante, entre ajudas, empréstimos e investimentos, é considerado insuficiente para as necessidades globais de reconstrução.

Seis anos depois da revolução, a Tunísia está mergulhada numa profunda crise económica e fiscal. As autoridades querem dar a volta à situação pondo em prática um ambicioso plano de construção de infraestruturas públicas e privadas nos próximos quatro anos. Para isso, na conferência, designada “Tunísia 2020”, o governo apresentou aos cerca de dois mil participantes vindos de mais de 40 países um total de 140 projetos em diversos setores económicos, da automação às energias renováveis, passando pela edificação de novas infraestruturas. Segundo as autoridades tunisinas, esses projetos têm um custo total de 60 mil milhões de euros, mas a meta das mesmas era conseguir, durante a conferência, 35 mil milhões. O valor arrecadado corresponde a menos de metade dessa verba e a cerca de um quarto do total das necessidades.

A conferência económica teve igualmente um forte componente politico. O evento foi apadrinahdo pela França e o Qatar, que estiveram representados, respetivamente, pelo primeiro ministro, Manuel Valls, e pelo emir Tamim Bin Hamad al Thani. Os dois países foram os que mais contribuiram para o montante conseguido, cada um deles com aproximadamente mil milhões de euros. Por outro lado, o Banco Europeu de Investimentos (BEI), com 2,5 mil milhões de euros, foi a instituição internacional que fez o desembolso mais importante. Os reduzidos contributos dos Estados Unidos e da Alemanha surpreenderam negativamente.

A necessidade de consolidar a democracia no único país árabe onde a chamada “primavera árabe” não fracassou rotundamente foi a tónica principal dos discursos do presidente do país, Beji Caid Essebsi, assim como do primeiro ministro, Yusuf Chahed. Com uma economia paralizada – desde 2011, o crescimento médio da Tunísia não tem ultrapassado os 1,5% - e uma taxa de desemprego juvenil acima dos 30%, as autoridades tunisinas esperam que o investimento estrangeiro estimule o arranque da produção.

“Esta conferência devolve a confiança à democracia tunisina e permitirá uma forte recuperação. A Tunísia está no bom caminho e começa agora o trabalho para concretizar o financiamento conseguido”, disse o primeiro ministro no final da conferência “Tunísia 2020”.

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