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Argélia quer contribuir para o desenvolvimento do resto de África

| Editoria Economia | 05/12/2016

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Cerca de mil atores económicos, dos quais 200 expositores, de 40 países africanos participaram num forum sobre investimentos no continente organizado pelo governo argelino desde sábado, 3, e encerrado hoje, 5 de dezembro.


Durante o evento, que teve lugar no Centro Internacional de Conferências de Argel, no “Club des Pins”, as autoridades argelinas anunciaram a intenção do país de participar no desenvolvimento de África, sobretudo na respetiva industrialização.

Assim, o primeiro ministro argelino, Abdelmalek Sellal, exortou os empresários locais a deixarem de ver o resto de África apenas como um mercado importador ou como um reservatório de matérias primas, mas como uma oportunidade de co-desenvolvimento (desenvolvimento partilhado). “Não se contentem com as exportações. Instalem-se nos outros países e procurem financiamentos internacionais”, disse ele.

Depois de comentar que “África não consome o que produz, mas aquilo que não produz”, o governante sublinhou que a Argélia tem capacidade para participar no desenvolvimento de projetos africanos em diversas áreas, tais como agro-indústria, indústria farmacêutica, indústria química, indústria mecânica, infraestruturas, telecomunicações, minas ou cimento.

Aquele país do norte de África considera que a simplificação das normas e regulamentos deve ser a prioridade da União Africana e dos seus órgãos de cooperação, nomeadamente a NEPAD.

A Argélia está a construir presentemente importantes infraestruturas para viabilizar  a contribuição do país para o desenvolvimento continental. Uma delas é o porto de El Hamdania, em Cherchell, que deverá ser ”o maior terminal de transbordo de contentores do Mediterrâneo”, e outra a Estrada Argel-Lagos, que possibilitará aos países da África subsariana dispor de uma rota commercial para o Magrebe, a Europa e o Médio Oriente.

O forum hoje terminado na capital da Argélia contou com o apoio do FCE (literalmente, Fórum dos Chefes de Empresas argelino) e de várias instituições financeiras multilaterais, como o Banco Mundial, BAD, BID e BADEA.

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