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Recuperar a confiança, precisa-se

| Editoria Economia | 06/12/2016

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O Governo de Moçambique declarou incapacidade financeira para pagar as próximas prestações de dívida pública, entre elas as dos «empréstimos escondidos», que levaram o FMI e os parceiros internacionais a cancelar os seus financiamentos ao país. Agora procura renegociar a dívida pública, avaliada em 11,2 mil milhões de dólares, e que está a provocar no país a maior crise económica e financeira desde o fim da guerra civil em 1992.

Vista aérea de Maputo

A deterioração da situação macroeconómica e fiscal em Moçambique deixa o Governo sem capacidade de fazer pagamentos a credores comerciais externos em 2017 e muito pouca capacidade de fazer pagamentos até 2022, mesmo num cenário otimista», afirmou o Governo moçambicano, numa declaração divulgada pelo Ministério da Economia e Finanças moçambicano a 16 de novembro.

A recuperação da confiança do Fundo Monetário Internacional (FMI), dos doadores e dos mercados internacionais está dependente da resolução da crise da dívida num país que vive também, desde as eleições gerais de 2014, na iminência de um reacender de conflitos entre a Frelimo, partido no poder, e a Renamo, maior partido da oposição.

A descoberta, em abril deste ano, de empréstimos contraídos entre 2013 e 2014 pelo anterior Governo moçambicano para empresas estatais que foram ocultados das contas públicas, levou o FMI e os doadores internacionais a retirarem ao país uma ajuda vital para financiar o orçamento de Moçambique. Em consequência, este ano, o metical já se desvalorizou mais de 40%, e a inflação subiu de 5% em setembro de 2015 para 25% em setembro deste ano. Os serviços públicos deterioraram-se e, nas ruas, teme-se que ao aumento dos combustíveis, da eletricidade e da água se siga o aumento do preço do pão, responsável em situações anteriores pela ocorrência de violentos protestos.

Teresa Souto

Artigo completo disponível na edição nº 114 da revista ÁFRICA 21 (Dezembro 2016-Janeiro 2017)

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