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Uma luta “irreversível”

| Editoria Ambiente | 06/12/2016

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Os representantes de 200 países que participaram na Cimeira do Clima em Marraquexe, de 7 a 18 de novembro, não citaram uma única vez o novo Presidente dos EUA. Mas mandaram-lhe um recado: o Acordo de Paris, que contém medidas para reduzir o aquecimento global, «é irreversível».


Sendo apenas uma reunião técnica, para começar a regulamentar o histórico Acordo de Paris, alcançado em 2015 na capital francesa, a fim de combater o aquecimento global do planeta, a cimeira de Marraquexe tinha tudo para ser um encontro mais ou menos tranquilo e morno. Iniciada na véspera das eleições presidenciais nos EUA, acabou, contudo, por «aquecer», passe o trocadilho, quando se confirmou a vitória do candidato republicano, Donald Trump, que, durante a campanha, ameaçou retirar a maior potência mundial do referido acordo. Para ele, o aquecimento global é «uma história inventada pelos chineses».

Os representantes dos 200 países que estiveram em Marraquexe, entre eles alguns Chefes de Estado e primeiros-ministros, não hesitaram: no final do evento, aprovaram um texto denominado Proclamação de Marraquexe, onde, entre outras declarações e decisões, reiteraram que a luta contra o aquecimento global «é irreversível». Resta saber se ele os escutará.

A cimeira de Marraquexe decidiu que todos os subscritores do Acordo de Paris aprovem os respetivos regulamentos até 2018, tendo adotado um calendário para o efeito. Alguns países, sobretudo grandes produtores de petróleo, eram contrários à definição desse calendário na reunião de Marraquexe. Segundo a imprensa, eles queriam «esperar para ver o que Trump fará». No entanto, acabou por prevalecer a decisão de deixar já claro esse calendário de tarefas.

João Melo

Artigo completo disponível na edição nº 114 da revista ÁFRICA 21 (Dezembro 2016-Janeiro 2017)

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