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Fim de semana sangrento na Turquia e no Egipto

| Editoria Política | 11/12/2016

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Um total de 30 polícias, sete civis e uma pessoa cuja identidade ainda não foi determinada foram mortos em dois ataques suicidas que ocorreram sábado, 10, na capital da Turquia, Instambul, perto do estádio de futebol do clube Besiktas.


O número de feridos é de 155, dos quais 136 pessoas estão hospitalizadas. Destas últimas, 14 estão nos cuidados intensivos e cinco tiveram de ser operadas.

O ministro do Interior turco, Süleyman Soylu, revelou que os primeiros elementos recolhidos apontam para que a responsabilidade do ataque seja do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

Este domingo, 11, a Turquia declarou hoje dia de luto nacional depois do duplo atentado em Istambul no sábado à noite. O primeiro-ministro, Binali Yildirim, ordenou também que as bandeiras permaneçam a meia haste.

Segundo o ministro, treze pessoas foram detidas por suspeita de ligação a estes ataques. Os atentados não foram ainda reivindicados.

O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, defendeu que "o nome ou o método da organização terrorista que perpetrou o ataque" não interessa. "Ninguém deve duvidar de que vamos derrotar o terrorismo, os grupos terroristas, os terroristas e, claro, as forças por trás deles, com a ajuda de Deus", afirmou.

Enquanto isso, e também este domingo, 11, uma explosão na principal catedral copta no Cairo matou pelo menos 22 pessoas, de acordo com a televisão estatal egípcia.

A explosão, que ocorreu pelas 10:00 locais (09:00 em Luanda), perto da Catedral de São Marcos - sede da Igreja Ortodoxa Copta – e que ainda não foi reivindicada, terá causado igualmente mais de 10 feridos.

Os cristãos coptas constituem cerca de 10% da população do Egito e têm enfrentado, historicamente, várias perseguições e atos de discriminação.

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