Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Fevereiro de 2019

ÁFRICA

ELEIÇÕES E DEMOCRACIA EM ÁFRICA A CONTROVÉRSIA SOBRE UM MODELO QUE SE IMPÕE

ÁFRICA

Calendário das Eleições em África 2019

ÁFRICA

O REFINAMENTO DOS REGIMES AUTORITÁRIOS NÃO É SÓ COISA DE AFRICANOS

CONGO RD

AS ELEIÇÕES NA RD CONGO AS PRECIOSAS LIÇÕES QUE A RD CONGO APRENDEU COM A CÔTE D’IVOIRE

ÁFRICA

A África é segunda no ranking mundial da desflorestação

EGITO

África quer tornar comércio intra-africano uma marca

ÁFRICA

«Guerra contra o terrorismo islâmico em Africa»: Anatomia de um fracasso

MUNDO

BALANÇO 2018 PERSPECTIVAS 2019 PASSAGEM DO ANO ENTRE DEGRADAÇÃO ECOLÓGICA, MIGRAÇÕES E SUBIDA DA DIREITA AUTORITÁRIA

Rádio

Publicidade

Política

Jornalista argelino morre na prisão

| Editoria Política | 12/12/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O jornalista argelino Mohamed Tamalt, de 42 anos de idade, morreu domingo, 11, no hospital de Bab El-Oued, em Argel, depois de ter estado três meses em greve de fome, a que se seguiu um período de coma igualmente de três meses.


Em julho deste ano, Tamalt tinha sido condenado a dois anos de prisão, por “ofensa às instituições e ao presidente da República”, por causa de posts que publicou na sua página de Facebook criticando vários responsáveis politicos do país, entre eles o chefe de Estado, Abdelaziz Bouteflika.

Mal foi encarcerado, o jornalista – que era diabético - começou uma greve de fome como sinal de protesto pela sua detenção. Após a sua morte, a direcção da penitenciária explicou, em comunicado, que ele foi assistido e medicado durante o período em que esteve em greve de fome, mas que teve um acidente cardiovascular que obrigou ao seu internamento, a fim de sofrer uma intervenção. “O seu estado de saúde agravou-se subitamente, devido a uma infecção pulmonar, até que acabou por falecer”, lê-se no comunicado.

“Esta notícia é um soco no estômago de todos aqueles que defendem a Liberdade de informar na Argélia”, reagiu Yasmine Kacha, diretora do escritório da África do Norte da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). A Human Rights Watch (HRW) considerou que “A Liberdade de expressão não terá quaisquer garantias na Argélia enquanto um poema publicado no Facebook for motivo para dar dois anos de prisão ao seu autor”.

A Aministia Internacional apelou às autoridades para abrirem um inquérito “independente, aprofundado e transparente” acerca das circunstâncias do falecimento de Mohamed Tamalt.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade