Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Julho de 2017

ÁFRICA

Oposições e renovação política em África

ANGOLA

Para bom entendedor

GUINÉ-BISSAU

Acode, ninguém acode!

BURKINA FASO

Bodas de prata do FESPACO

Rádio

Publicidade

+ Angola

QUEEN REGINA: Um espaço onde crescem as sementes do futuro

| Editoria + Angola | 20/12/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Criado e dirigido desde 2015 pela jurista angolana Regina Pinto, o Queen Regina foi concebido com o objetivo de proporcionar um espaço de qualidade e excelência para crianças dos 12 meses aos 10 anos de idade. Com instalações em Luanda, funciona como Creche, Jardim de Infância, ATL e Centro de Estudos. As crianças são recebidas por educadores qualificados inteiramente de acordo com os requisitos legais instituídos pelo governo. Elas ficam agrupadas de acordo a idade: dos 12 meses aos 3 anos, dos 4 aos 6 anos e dos 6 aos 10.


O QUEEN REGINA, que recebe diariamente 90 crianças, conta com quatro salas de aulas, um dormitório, duas salas para creche, um jardim-de-infância e uma sala de atividades de tempos livres (ATL).

A instituição definiu a priori um conjunto de princípios gerais que orientam a ação pedagógica, como ser uma Escola flexível e inclusiva, com capacidade para acolher todas as crianças e ajudá-las a aprender da forma mais adequada, independentemente das suas dificuldades, dinamizando projetos diversificados e ajustados às necessidades e aos interesses dos alunos, com capacidade para negociar e resolver conflitos com cenários complexos e problemáticos; uma “Escola de qualidade” que celebre a diversidade de todos os seus membros e a use como alavanca essencial da aprendizagem na vida e na escola, e tenha em conta que os interesses e os ritmos de aprendizagem de cada criança são diferentes para cada idade e, por fim, uma Escola atual, que responda às novas tendências, relativamente ao recurso às tecnologias da informação e da comunicação.

Assim sendo, defende uma abordagem centrada na criança, que respeite as suas circunstâncias sociais e culturais, assumindo-a como responsável pelo seu próprio processo de aprendizagem/ensino, juntamente com a equipa educativa. Por isso, é imprescindível a participação ativa das crianças em cooperação com o grupo/turma, na construção da sua formação enquanto cidadão livre numa sociedade aberta, democrática e em constante mudança. Esta consciencialização desencadeia mecanismos de envolvimento e compromisso de toda a comunidade educativa.

Nas valências da creche e jardim de infância as crianças começam a utilizar o computador, vivenciam experiências sensoriais através da descoberta dos objetos da vida quotidiana e são envolvidas em situações de jogo simbólico e jogo dramático, onde inventam e experimentam personagens, ações e interações, histórias, cenários e músicas, exploram instrumentos musicais, criam sequências de movimentos a partir de temas e músicas. Além disso, participam semanalmente em sessões de Culinária e de Expressão Motora, nas quais descobrem os ingredientes nos seus cinco sentidos e trabalham os movimentos que implicam deslocamentos, equilíbrios, perícia e manipulação.

A aprendizagem da linguagem escrita e oral é concebida como um processo de apropriação contínuo que se começa a desenvolver muito precocemente, pois as competências comunicativas estruturam-se em função das interações e experiências vivenciadas por cada criança na instituição. Realizam o contar e mostrar nas salas, uma atividade em que a criança relata os acontecimentos significativos vividos no seio familiar ou mostra à turma um brinquedo de que gosta muito. A aprendizagem da matemática e o conhecimento do mundo são feitos a partir do que as crianças sabem acerca do mundo social e natural envolvente e também sobre o modo como se usam e para que servem objetos, instrumentos e máquinas. Em conjunto constroem padrões, inventam problemas e realizam contagens. A partir dos 4 anos iniciam os primeiros contactos com a língua inglesa e desde os 2 anos que as crianças praticam ballet e taekwondo.

As crianças com idades dos 6 aos 10 anos, do ATL, que se encontram no ensino primário, são auxiliadas a fazer os trabalhos de casa e participam em oficinas de escrita, laboratório de ciências e de matemática.

Note-se que a instituição tem uma biblioteca com mais de mil livros de literatura infantil, cujo objetivo é desenvolver o gosto pela leitura, uma enfermaria e um sistema de prevenção contra os insetos em parceria com a empresa Mosquitos de Angola.

«Promovemos a autonomia, a iniciativa própria e a responsabilização das crianças, que são acompanhadas por uma equipa de profissionais qualificada, motivada e empenhada em educar, sempre em estreita ligação com a família», refere a administradora do Queen Regina, acrescentando que «Dentro desse ambiente familiar e alegre a aprendizagem é valorizada como um processo dinâmico de descoberta, mediante o questionamento crítico das crianças, da exploração e da resolução cooperativa de problemas. A ação educativa desenvolvida tem como base o saber ser e saber estar, que se traduzem num conjunto de princípios e valores incitadores de uma formação integral e harmoniosa das crianças, potenciando a formação de cidadãos autónomos, responsáveis, tolerantes, solidários e cooperantes».

Em suma, como afirma Regina Pinto, «no Queen Regina, educadores, pais e crianças, todos juntos fazemos a diferença».

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade