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Bióloga angolana descobre novo método para combater a malária

| Editoria + Angola | 11/02/2017

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Inseticidas e peixes. Sabe para que pode servir essa combinação? Para combater a malária. Essa é a hipótese que a bióloga angolana Ana Rita Mogas, que está atualmente a fazer o mestrado em Ciências do Mar-Recursos Marinhos no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, em Portugal, descobriu e está presentemente a testar.


Ela garante que essa combinação constitui “mais uma ferramenta válida e com um significativo potencial” no combate à propagação da malária. A descoberta de Ana Mogas é um dos temas de destaque do semanário luandense Novo Jornal, publicado esta sexta-feira, 10.

A ideia principal do estudo, explica a bióloga, foi associar inseticidas que matam larvas de mosquito, eventualmente portadoras de plasmódio, a peixes larvívoros e testar a eficácia dessa mistura no combate ao mosquito transmissor da malária.

Segundo Ana Rita, o recurso exclusivo aos inseticidas não tem sido completamente eficaz para combater o vetor de transmissão da doença, a fêmea do mosquito Anopheles, pelo contrário: tem permitido o aparecimento de animais resistentes ao seu modo de ação e que continuam, assim, a transmitir a doença.

O método proposto por Ana Rita Mogas é combinar o uso de inseticidas com o controlo biológico da propagação da malária, através da utilização de peixes que comem as larvas dos mosquitos resistentes aos primeiros.

“Enquanto os inseticidas aniquilam larvas e mosquitos adultos, os peixes alimentam-se das larvas resistentes, evitando assim o aparecimento de novos indivíduos portadores da doença”, especificou a bióloga angolana.

Ela acrescentou ser necessário usar o inseticida menos danoso para o ambiente, para não afetar o apetite dos peixes larvívoros.

A malária, recorde-se, é a doença que mais mata em Angola.

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