Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Dezembro de 2018

MUNDO

BALANÇO 2018 PERSPECTIVAS 2019 PASSAGEM DO ANO ENTRE DEGRADAÇÃO ECOLÓGICA, MIGRAÇÕES E SUBIDA DA DIREITA AUTORITÁRIA

ARGENTINA

Marcha-atrás na Argentina

ANGOLA

O BALANÇO DO PASSADO PARA CONSTRUIR UM NOVO FUTURO

MOÇAMBIQUE

Os cinco dias que abalaram Moçambique

REINO UNIDO

BREXIT E O JOGO DO “EU SAIO MAS QUERO FICAR”

ÁFRICA

A doença do poder e os doentes no poder em Africa

ESTADOS UNIDOS

Guerras comerciais e desordem mundial

MUNDO

Memória Deixaram-nos em 2018

Rádio

Publicidade

+ Angola

Bióloga angolana descobre novo método para combater a malária

| Editoria + Angola | 11/02/2017

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Inseticidas e peixes. Sabe para que pode servir essa combinação? Para combater a malária. Essa é a hipótese que a bióloga angolana Ana Rita Mogas, que está atualmente a fazer o mestrado em Ciências do Mar-Recursos Marinhos no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, em Portugal, descobriu e está presentemente a testar.


Ela garante que essa combinação constitui “mais uma ferramenta válida e com um significativo potencial” no combate à propagação da malária. A descoberta de Ana Mogas é um dos temas de destaque do semanário luandense Novo Jornal, publicado esta sexta-feira, 10.

A ideia principal do estudo, explica a bióloga, foi associar inseticidas que matam larvas de mosquito, eventualmente portadoras de plasmódio, a peixes larvívoros e testar a eficácia dessa mistura no combate ao mosquito transmissor da malária.

Segundo Ana Rita, o recurso exclusivo aos inseticidas não tem sido completamente eficaz para combater o vetor de transmissão da doença, a fêmea do mosquito Anopheles, pelo contrário: tem permitido o aparecimento de animais resistentes ao seu modo de ação e que continuam, assim, a transmitir a doença.

O método proposto por Ana Rita Mogas é combinar o uso de inseticidas com o controlo biológico da propagação da malária, através da utilização de peixes que comem as larvas dos mosquitos resistentes aos primeiros.

“Enquanto os inseticidas aniquilam larvas e mosquitos adultos, os peixes alimentam-se das larvas resistentes, evitando assim o aparecimento de novos indivíduos portadores da doença”, especificou a bióloga angolana.

Ela acrescentou ser necessário usar o inseticida menos danoso para o ambiente, para não afetar o apetite dos peixes larvívoros.

A malária, recorde-se, é a doença que mais mata em Angola.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade