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Crise na Guiné-Bissau chega ao Conselho de Segurança da ONU

| Editoria Política | 15/02/2017

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O líder do PAIGC e ex-primeiro ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, e o atual primeiro ministro, Umaro Sissoco Embaló, nomeado pelo presidente da República, José Mário Vaz, estão simultaneamente em Nova Iorque, onde o Conselho de Segurança das Nações Unidas, discute esta quarta-feira, 15, a situação naquele país.

Domingos Simões Pereira

De recordar que a Guiné-Bissau vive há anos numa crise que parece não ter fim, na sequência de desavenças entre o presidente da República e o líder do PAIGC. Apesar deste último partido ter ganho as eleições parlamentares realizadas em 2014, José Mário Vaz arredou-o do cargo e, desde então, o país mergulhou numa crise política que não se resolve.

Depois de uma série de turbulências políticas, foi assinado, em Outubro de 2016, em Conacri, capital da Guiné-Conacri, um acordo promovido pela Conferência de Desenvolvimento dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), na sequência do qual o presidente José Mário Vaz nomeou Umaro Embaló como primeiro ministro. Contudo, o PAIGC continua a discordar dessa nomeação, que diz não obedecer nem à Constituição do país nem ao Acordo de Conacri.

“O atual governo da Guiné-Bissau está completamente fora da lei”, acusou o líder do PAIGC, Domingos Pereira, numa entrevista à Rádio Jovem de Bissau, em Nova Iorque. Segundo ele, a nomeação de Embaló pelo presidente Mário Vaz não corresponde ao que foi acordado na capital da Guiné-Conacri.

Por outro lado, como já passaram 60 dias sem que o primeiro ministro tenha conseguido apoio do parlamento para aprovar o seu programa, pois não conta com o apoio do PAIG, que é o partido maioritário, o governo, acrescentou o líder deste último, tornou-se automaticamente “inválido”.

Pereira sublinha que grande parte dos subscritores do Acordo de Conacri, incluindo o presidente da Guiné-Conacri, Alpha Conde, que foi o mediador, não concorda com a escolha de  Embaló pelo presidente da Guiné-Bissau.

“O presidente da República, com a sua insistência em nomear um primeiro ministro que não respeita nem a Constituição nem o Acordo de Conacri, coloca-se fora da lei e perigosamente põem em causa do estado democrático e de Direito na Guiné-Bissau”, rematou o líder do PAIGC.

 

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