Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Outubro de 2018

ANGOLA

PANORAMA DOS RECURSOS HUMANOS EM ANGOLA

ANGOLA

EM NOME DO CANUDO, A FABRICA DOS DIPLOMAS

ARGENTINA

Será justiça o que fazem com Kirchner?

ÁFRICA

RELGIÕES E SEITAS EM ÁFRICA, O NOVO ÓPIO DO POVO?

ÁFRICA

Condições do FMI na África atual

MUNDO

Odebrecht e Microsoft firmam acordo de cooperação científica e tecnológica

ÁFRICA

PAÍSES FALHADOS, OU ESTADOS FRÁGEIS, EIS A QUESTÃO NÃO SÓ AFRICANA

BRASIL

Entrevista Celso Marcondes - “O Brasil deve retomar sua política externa de integração”

Rádio

Publicidade

Política

Crise na Guiné-Bissau chega ao Conselho de Segurança da ONU

| Editoria Política | 15/02/2017

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O líder do PAIGC e ex-primeiro ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, e o atual primeiro ministro, Umaro Sissoco Embaló, nomeado pelo presidente da República, José Mário Vaz, estão simultaneamente em Nova Iorque, onde o Conselho de Segurança das Nações Unidas, discute esta quarta-feira, 15, a situação naquele país.

Domingos Simões Pereira

De recordar que a Guiné-Bissau vive há anos numa crise que parece não ter fim, na sequência de desavenças entre o presidente da República e o líder do PAIGC. Apesar deste último partido ter ganho as eleições parlamentares realizadas em 2014, José Mário Vaz arredou-o do cargo e, desde então, o país mergulhou numa crise política que não se resolve.

Depois de uma série de turbulências políticas, foi assinado, em Outubro de 2016, em Conacri, capital da Guiné-Conacri, um acordo promovido pela Conferência de Desenvolvimento dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), na sequência do qual o presidente José Mário Vaz nomeou Umaro Embaló como primeiro ministro. Contudo, o PAIGC continua a discordar dessa nomeação, que diz não obedecer nem à Constituição do país nem ao Acordo de Conacri.

“O atual governo da Guiné-Bissau está completamente fora da lei”, acusou o líder do PAIGC, Domingos Pereira, numa entrevista à Rádio Jovem de Bissau, em Nova Iorque. Segundo ele, a nomeação de Embaló pelo presidente Mário Vaz não corresponde ao que foi acordado na capital da Guiné-Conacri.

Por outro lado, como já passaram 60 dias sem que o primeiro ministro tenha conseguido apoio do parlamento para aprovar o seu programa, pois não conta com o apoio do PAIG, que é o partido maioritário, o governo, acrescentou o líder deste último, tornou-se automaticamente “inválido”.

Pereira sublinha que grande parte dos subscritores do Acordo de Conacri, incluindo o presidente da Guiné-Conacri, Alpha Conde, que foi o mediador, não concorda com a escolha de  Embaló pelo presidente da Guiné-Bissau.

“O presidente da República, com a sua insistência em nomear um primeiro ministro que não respeita nem a Constituição nem o Acordo de Conacri, coloca-se fora da lei e perigosamente põem em causa do estado democrático e de Direito na Guiné-Bissau”, rematou o líder do PAIGC.

 

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade