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Descentralização e questões militares ditam o futuro

| Editoria Política | 11/03/2017

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As esperanças de uma paz efetiva em Moçambique coabitam com o cansaço das populações face ao prolongamento da crise político-militar envolvendo o Governo da Frelimo e as forças da Renamo, principal partido da oposição. A proposta de descentralização, que ainda exige um amplo debate nacional, será uma das vias aceitáveis para o fim da instabilidade?

Filipe Nyusi, presidente da República de Moçambique

APESAR DOS ESFORÇOS dos mediadores nacionais e internacionais, Moçambique ainda se debate com as consequências nefastas de um conflito político-militar. A crise vem na sequência das reivindicações de vitória nas eleições gerais de 2014 por parte da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), que acusou a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) de fraude eleitoral. A instabilidade, sobretudo na região centro do país, terá minado a normalidade da vida de milhares de moçambicanos desejosos de uma paz real, principalmente nas províncias afetadas pelos confrontos entre forças governamentais e homens armados da Renamo, dirigida por Afonso Dhlakama.

Se se pode falar de esperança, as populações locais querem ver para crer se, de facto, há razões para a tranquilidade dos espíritos depois do compromisso de cessação das hostilidades entre as forças de defesa e segurança do Estado e o braço armado da Renamo em algumas das principais estradas das regiões afetadas. Com a reabertura das vias de comunicação, muitas famílias reencontraram-se. Várias escolas foram reabertas. A circulação de pessoas e bens deixa sinais de esperança, mas ainda há arestas a limar para a confirmação deste desejo nacional.

João Carlos

Artigo integral na edição impressa nº 116 da revista ÁFRICA21 (Março 2017)

 

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