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Pré-campanha já começou

| Editoria + Angola | 11/03/2017

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As próximas eleições gerais só são em agosto, mas a pré-campanha já começou. O MPLA, no poder, continua a surpreender os seus adversários. O seu candidato à presidência, João Lourenço, está a percorrer o país anunciando uma série de mudanças, o que está a tirar o tapete à oposição.

João Lourenço, candidato do MPLA a presidente da República nas eleições de agosto de 2017

Confirmando-se o acerto da jogada política do MPLA e do seu líder, José Eduardo dos Santos, atual presidente da República, ao anunciarem um novo candidato do partido para as eleições deste ano, está a criar-se uma dinâmica que, ao mesmo tempo que faz renascer o entusiasmo nos círculos do partido no poder, ameaça paralisar a oposição. Na observação de um analista político local, João Lourenço, candidato a suceder a José Eduardo dos Santos, caso o MPLA vença as eleições, está a revelar-se “melhor do que a encomenda”. Falando de improviso em todas as suas aparições até agora, o que está a surpreender os diferentes observadores, o vice-presidente do MPLA e atual ministro da Defesa não tem hesitado em abordar nenhum tema quente, daqueles que, há muito, “estão na boca do povo”, posicionando-se claramente em relação aos mesmos.

A corrupção é um deles. “Vamos fazer um cerco apertado à corrupção”, anunciou o candidato do MPLA no comício de apresentação da sua candidatura, realizado no passado dia 18 de fevereiro na cidade do Lubango, capital da província da Huíla.  De notar que a escolha da referida província para a realização do ato não foi acidental, pois trata-se do maior colégio eleitoral do país, depois de Luanda. Nas eleições anteriores, o MPLA sempre ganhou folgadamente na região.

Carlos Severino

Artigo integral na edição impressa nº 116 da revista ÁFRICA21 (MARÇO 2017)

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