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Marrocos legaliza imigrantes africanos irregulares

| Editoria Política | 12/03/2017

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As autoridades marroquinas abriram um novo período para a regularização extraordinária de estrangeiros que residam ilegalmente no seu território, em especial imigrantes oriundos da África subsariana. Segundo dados oficiais, a maioria dos imigrantes no Marrocos é constituida por africanos dessa região, entre os 18 e 59 anos de idade e principalmente homens.


Até há pouco tempo, o Marrocos era sobretudo uma plataforma de trânsito para os migrantes subsarianos, pois a terra sonhada pela maioria dos que atravessam o Sara continuava a ser a Europa. Apenas 15 quilómetros separam o enclave espanhol de Melilla da cidade marroquina de Nador. A cidade espanhola, com 70 mil habitantes, converteu-se num importante ponto de passagem para aqueles que buscam asilo na Europa.

Melilla e Ceuta são os dois territórios espanhóis no continente africano e a única fronteira terrestre com a União Europeia. Precisamente por isso, muitos africanos subsarianos e um número cada vez maior de sírios sonham em chegar à terra prometida europeia e, dessa forma, a uma vida melhor. As duas cidades ergueram fronteiras fortificadas na medida em que aumentava a pressão dos migrantes. A cada ano, centenas de mibgrantes subsarianos tentam cruzar as cercas ou empreender a perigosa viagem de barco pelo Mar Mediterrâneo.

Ultimamente, porém, a imagem de viver na Europa está a mudar e alguns deles preferem ficar no Marrocos enquanto podem ter acesso aos direitos. “Não é um país superdesenvolvido, mas tão pouco é um país extremamente pobre”, disse um deles à agência internacional IPS.

O Marrocos é o primeiro país árabe a aplicar uma política que oferece aos imigrantes ilegais a possibilidade de obter a residência permanente. Em 2013, o rei Mohammed VI apoiou a nova política migratória, após receber recomendações do Conselho Nacional de Direitos Humanos. O Marrocos ratificou as principais convenções internacionais nessa matéria e começou a implantar políticas adequadas. Além disso, a regularização dos imigrantes ilegais também é uma coisa boa para a economia.

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