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Investidores russos pretendem construir refinaria em Angola

| Editoria Economia | 14/03/2017

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Os grupos russos Rail Standard Service e Fortland Consulting Company pretendem investir 12 mil milhões de dólares na construção de uma refinaria na província angolana do Namibe, no sul do país, em conjunto com parceiros locais, com os quais constituíram a NAMREF, entidade que assinará o contrato de investimento com a Unidade Técnica de Investimento Privado (UTIP). A assinatura foi autorizada através de um despacho assinado no passado dia 9 de março pelo Presidente José Eduardo dos Santos.


O projeto, que tem como objetivo refinar, no prazo de 11 anos, 400 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a um quarto da produção diária de crude angolano, envolve também uma ligação ferroviária entre os caminhos de ferro de Moçâmedes, capital da província do Namibe, e Benguela, quase 403 quilómetros mais a norte. Ambas são cidades portuárias.

Com este projecto, prevê-se a criação de 2.100 postos de trabalho para angolanos e 900 para trabalhadores expatriados. O investimento, envolve ainda a construção e administração de uma área habitacional destinada ao alojamento dos trabalhadores, cais de acostagem e central elétrica.

A primeira fase deste projecto prevê a construção da unidade de dessalgação eléctrica do petróleo e conversão normal com capacidade de 10 milhões de toneladas por ano, no prazo de três anos e meio. Esta capacidade, bem como o tipo de produto a refinar, como gasolina, gasóleo e betume, irá aumentar com a concretização das restantes fases.

O Estado angolano, além das licenças, bem como da concessão de um terreno com 1.000 hectares, garante a compra de entre 28.000 barris diários de petróleo bruto (na primeira fase, dentro de três anos e meio) e os 364.00 barris diários (na última fase, dentro de 11 anos). Os investidores vão também beneficiar de isenção do pagamento de vários impostos durante oito anos.

 

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