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Operadora angolana retira da grelha dois canais da portuguesa SIC

| Editoria + Angola | 14/03/2017

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A operadora de televisão por satélite angolana Zap, da angolana Sociedade de Investimentos e Participações (70%) e da portuguesa NOS (30%), interrompeu hoje a difusão dos canais SIC Internacional e SIC Notícias nos mercados de Angola e Moçambique.


A difusão dos dois canais portugueses foi suspensa esta terça-feira, 14, “devido a uma mudança da grelha de difusão dos programas”, disse o representante da ZAP, António Miguel, sem maiores detalhes.

Recentemente, aqueles dois canais divulgaram reportagens críticas ao governo angolano, o que, aliado à circunstância de a Sociedade de Investimentos e Participações ser detida por Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, levou imediatamente os observadores a estabelecerem uma relação entre os dois factos.

Contudo, uma fonte do ministério angolano da Comunicação Social disse a este portal que o governo “não tem nada a ver com a decisão da ZAP, que é uma empresa privada”. Por outro lado, tanto a SIC Internacional como  SIC Notícias continuam a ser vistas em Angola e Moçambique em outras plataformas: a DSTV no primeiro desses dois países e a StarTimes no segundo.

Um fonte oficial da SIC disse que a empresa “é alheia à decisão da retirada da SIC Internacional e SIC Notícias da plataforma de distribuição Zap em Angola e Moçambique”. A mesma acrescentou que a distribuidora angolana continuará a exibir os canais SIC Radical, SIC Mulher, SIC K e SIC Caras em exclusivo para os mercados angolano e moçambicano.

 Na segunda-feira, 13, o grupo Impresa, proprietário da SIC, tinha anunciado uma nova imagem, acompanhada de uma reformulação da grelha da SIC Internacional visando “uma oferta mais próxima para o continente africano”. “A aposta na SIC Internacional em África é um passo crucial para a consolidação da SIC como canal de referência nos mercados de língua portuguesa, territórios fundamentais para a expansão internacional do grupo Impresa”, justificou em comunicado o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão.

Por seu turno, a Zap, que iniciou a sua atividade no mercado angolano em abril de 2010, é atualmente a maior operadora de TV por satélite em Angola.

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