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Rei do Marrocos demite Primeiro Ministro

| Editoria Política | 15/03/2017

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O primeiro ministro marroquino, Abdelilá Benkirane, foi demitido pelo Rei Mohamed VI, por não ter conseguido, em cinco meses, formar governo.

Abdelilá Benkirán

O líder do Partido da Justiça e Desenvolvimento (PJD), reeleito em outubro do ano passado com maioria relativa, não conseguiu o apoio necessário por parte dos demais partidos para formar o novo gabinete. Segundo informou o gabinete real, Benkirane será substituído por outra personalidade do PJD, organização considerada islâmico-conservadora.

Mohamed VI, que acaba de regressar de mais uma digressão Africana, resolveu tomar essa decisão para superar aquilo que considerou o “imobilismo” reinante no país desde as últimas eleições. A constituição marroquina concedia-lhe outras opções, mas, de acordo com a explicação do seu gabinete, ele preferiu indicar outra personalidade do PJD “para consolidar a escolha democrática e preservar as conquistas” nesse domínio.

Benkirane tentou, desde outubro do ano passado, formar uma coligação com quatro partidos englobando islamitas, liberais e ex-comunistas, mas fracassou, devido à recusa do líder da Aliança Nacional dos Independentes (RNI, em francês), o ex-ministro da Agricultura, Aziz Akhannouch. Este ultimo exigia a entrada no governo de mais dois partidos e a saída do Partido da Independência.

Embora Mohamed VI tenha decidido indicar outra figura do PJD para primeiro ministro, o facto é que Akhannouch, que conseguiu formar à sua volta uma sólida aliança, converteu-se num novo peso pesado da política marroquina e de oposição aos islamitas. Se o PJD voltar a falhar na formação do governo, não seria de estranhar que o líder do RNI acabasse por ser o escolhido para primeiro ministro.

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