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Investigador do Lava-Jato persegue blogueiro

| Editoria Política | 21/03/2017

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O blogueiro Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, foi levado, em condução coercitiva, para depor na sede da Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, na manhã desta terça-feira, 21, em mais uma ação da Operação Lava Jato. Ele foi libertado no final da manhã, quando afirmou não ter entendido a condução coercitiva, porque não se recusou a ir à Polícia. Criticou ainda a apreensão dos seus equipamentos, considerando que o facto "viola a minha atividade jornalística".

Eduardo Guimarães (à direita)

Segundo ele, o motivo da condução coercitiva seria a divulgação de uma nota no seu blog, no ano passado, sobre a iminente condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a qual ocorreu efetivamente a 4 de março de 2016. “Recebi de uma fonte essas informações, queriam saber se tenho alguma ligação com essa fonte. Declarei que não conheço, divulguei porque é meu trabalho como jornalista divulgar as informações.”

Para Eduardo Guimarães, a condução coercitiva foi arbitrária. O seu advogado, Fernando Hideo, declarou que não houve qualquer intimação prévia. “Se houvesse a intimação e ele não tivesse comparecido, eventualmente poderia haver a condução”, explicou. “A segunda arbitrariedade é a violação do sigilo de fonte. A fonte dele tem que ser preservada, isso está na Constituição Federal. É uma perseguição nitidamente política. Foi uma arbitrariedade”, afirmou.

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) classificou a ação da PF contra o blogueiro como um fato de "extrema gravidade". "É uma restrição à liberdade de imprensa e informação. É censura. É uma tentativa de constranger aqueles que questionam a postura do Judiciário e do próprio juiz (Sérgio) Moro", afirmou. 

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