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África recebe 57 mil milhões de dólares do Banco Mundial

| Editoria Economia | 25/03/2017

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O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, anunciou no mês passado, após a reunião do G20, um financiamento recorde ao continente africano no valor de 57 mil milhões de dólares, ao longo dos próximos três anos.


O financiamento será assegurado, na sua maioria (45 mil milhões de dólares), pelo primeiro contribuinte do Banco Mundial, a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA, em inglês). Dois terços desse valor será destinado aos países subsarianos, onde está localizada a maior parte dos países elegíveis para receberem essa ajuda do Banco Mundial.

O Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) concederá 4 mil milhões de dólares, destinados aos países africanos de rendimento médio. A quantia será concentrada nos setores da saúde, educação, infraestruturas, água e energia.

Finalmente, os restantes 8 mil milhões de dólares serão resultado de financiamenrtos privados, mobilizados por outra antena do Banco Mundial, a Sociedade Financeira Internacional, cuja sigla em inglês é IFC. O IFC vai apoiar sobretudo investimentos privados em infraestruturas, finanças e agroindústria nos países africanos. Investirá igualmente nos estados frágeis ou afetados por conflitos, bem como na luta contra as alterações climáticas.

Os fundos que o Banco Mundial decidiu conceder a África até 2020 servirão para forneceder serviços essenciais de saúde a 400 milhões de africanos, melhorar o acesso à agua potável a 45 milhões de pessoas e aumentar a capacidade de produção de energias renováveis em 5 gigawats. Esta ajuda excepcional será desdobrada pelos 448 projetos atualmente em curso no continente. Um fundo especial de 1,6 mil milhões de dólares será usado ainda para acudir a situações de emergências causadas pela fome que grassa em alguns países.

Por outro lado, foi lançado na última reunião do G20, em Baden-Baden (Alemanha) o projeto “Compact with Africa”, que visa estimular o investimento privado internacional em África. O mesmo foi considerado a prioridade da presidência alemã do G20.

 

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