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Moçambique discute apoio financeiro do FMI, enquanto prossegue inquérito às “dívidas ocultas”

| Editoria Economia | 26/03/2017

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Moçambique está a discutir com o Fundo Monetário Internacional (FMI) um pacote financeiro para acudir economicamente o país, apesar de os resultados da auditoria internacional e independente às chamadas “dívidas ocultas” ainda não terem sido concluidos e divulgados. “Não há uma sequência”, esclareceu o porta-voz do Fundo, Gerry Rice, quando interrogado se Moçambique deveria negociar primeiro esse pacote ou reestruturar a dívida com os credores.


As “dívidas ocultas” referem-se a três empréstimos contraídos em 2013 e 2014 pelas empresas moçambicanas Mozambique Asset Management, Proindicus e Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM), no valor total de quase 2,2 mil milhões de dólares e que não foram refletidas no Orçamento Geral do Estado do país dos referidos anos. O escândalo rebentou em abril de 2016. Por isso, o FMI deixou de apoiar financeiramente Moçambique, secundado pelos 14 doadores do OGE moçambicano.

O inquérito, considerado fundamental para que Moçambique possa recuperar a confiança dos investidores, está a ser realizado pela empresa britânica Kroll Associates, devendo terminar no fim do presente mês de março. O porta-voz do FMI, entretanto, disse que ainda não se sabe quando serão divulgados os respetivos resultados.

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