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Receitas petrolíferas de Angola baixaram em fevereiro

| Editoria Economia | 26/03/2017

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A receita fiscal angolana com a exportação petrolífera caiu 30 por cento em fevereiro, para 617 milhões de euros, depois de ter atingido, em janeiro, o valor mais alto em 16 meses. No segundo mês do ano em curso, o país exportou 47.337.430 barris de crude, a um preço médio de 52,8 dólares, quase sete dólares acima do estimado no Orçamento Geral do Estado de 2017.


Trata-se de uma quebra superior a 4,9 milhões de barris exportados no espaço de um mês, mas, do ponto de vista financeiro, essa quebra foi atenuada pela subida de quase dois dólares (de 51 a 52,8 dólares) do preço médio do petróleo, de janeiro para fevereiro. Assim, em fevereiro, as vendas totais de petróleo atingiram 2.499 milhões de dólares.

A informação inclui igualmente os dados fornecidos pela concessionária nacional angolana, a empresa pública Sonangol, que tem vindo a aumentar significamente as suas contribuições ao orçamento geral do Estado do país. Só entre dezembro e janeiro, as receitas fiscais geradas pela empresa cresceram mais de 70 por cento.

Nos termos do recente acordo dos países membros da OPEP e também de alguns produtores que não integram o cartel, a fim de levar ao aumento do preço do petróleo no mercado mundial, o “valor máximo” da produção diária de Angola ficou estabelecido, a partir do dia 1 de Janeiro deste ano em 1,673 milhões de barris de petróleo bruto. Angola continua, até agora, a ser o maior produtor de petróleo em África, à frente da Nigéria, por causa, particularmente, da instabilidade que este ultimo país enfrenta.

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