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Crise politica na Africa do Sul

| Editoria Economia | 04/04/2017

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A decisão do presidente Jacob Zuma de demitir o ministro das finanças  Pravin Gordhan e de proceder a uma ampla remodelação do governo mergulhou a Africa do Sul na mais grave crise politica desde o afastamento do ex-presidente Thabo Mbeki.

Jacob Zuma

Todos os partidos da oposição, da esquerda como de direita, unidos á volta da palavra de ordem «Zuma must to go» (Zuma deve partir) apresentaram uma nova moção de censura contra o chefe de estado mas desta vez a sua rejeição deixou de ser previsível dadas as divisões no seio da coligação governamental e no próprio ANC.

O vice presidente do partido, Cyril Ramaphosa considerou a demissão de Gordhan «inaceitável» e precisou que outros dirigentes do ANC pensam  como ele que Gordhan « serviu o pais com honra e excelência»

«O presidente chegou com uma lista e disse : podem comentar mas esta é a minha decisão» informou o secretario geral do ANC Gwede Mantashe que estimou esta forma de agir contraria o principio de colegialidade em vigor no ANC. Segundo o presidente do grupo parlamentar do ANC Jackson Thembu « o crime ( de Gordhan) é de ter sido incorruptível» numa alusão ao escândalo ligando Zuma ao grupo financeiro da família Gupta.

Foi também excluído do governo Blade Nzimande, líder do Parido Comunista, aliado histórico do ANC na coligação governamental que inclui também a condeferação sindical COSATU. O PC tinha ameaçado retirar os seus ministros em caso de demissão de Gordhan.

Segundo a imprensa sul-africana a decisão de Zuma que colocar fieis nos comandos do governo faz parte de uma estratégia visando ao controlo do próximo congresso do ANC marcado para dezembro e que deve designar o candidato do partido as próximas eleições presidenciais, Zuma apoia a sua ex-mulher  Nkosazana Dlamini-Zuma contra Cyril Ramaphosa, actual vice-presidente tido como o candidato dos reformistas.

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