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Bodas de prata do FESPACO

| Editoria Cultura | 12/04/2017

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A 25.ª edição do Festival Pan-Africano de Cinema e Televisão de Ouagadougou (FESPACO) – o mais conhecido festival cinematográfico realizado no continente africano – decorreu do dia 25 de fevereiro ao dia 4 do passado mês de março, marcada pela memória do líder revolucionário burquinabê Thomas Sankara e a sombra do tráfico de droga e do terrorismo na região.


«BEM-VINDOS AO PAÍS DO POVO INSURGENTE». Foi com estas palavras que o ministro burquinabê da Cultura, Tahirou Barry, recebeu os participantes no dia de abertura do FESPACO, numa alusão às manifestações populares de 30 e 31 de outubro de 2014, que obrigaram o então Presidente, Blaise Campaoré, a deixar o poder, depois de ver frustrada a sua tentativa de mudar a Constituição para concorrer a um quarto mandato.

No seu discurso, Barry citou igualmente Thomas Sankara, o líder revolucionário burquinabê e um dos mais conhecidos de África, morto em 1987 em circunstâncias nebulosas. Campaoré, de quem Sankara era companheiro e amigo, é acusado de ter sido o mandante do assassinato, a fim de tomar o seu lugar. Durante os 30 anos em que Blaise Campaoré esteve no poder, era impensável mencionar o nome de Thomas Sankara em público, mas ele permaneceu vivo no imaginário dos burquinabês e de muitos africanos.

Há três anos, uma revolução popular que durou menos de dois dias conseguiu afastar Campaoré, que queria concorrer a mais um mandato à revelia da Constituição do país. Na sequência das mudanças verificadas na cúpula do Burkina Faso, os restos mortais de Thomas Sankara foram exumados e as novas autoridades desbloquearam uma investigação para apurar as causas da sua morte. Nesse mesmo espírito de resgatar e valorizar a imagem do revolucionário burquinabê, a última edição do FESPACO criou um prémio com o seu nome.

Ruben Kamaxilu

Ler artigo integral na edição de abril 2017 da revista ÁFRICA 21

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